Mais um episódio do Tom and Friends (aka Fifth Gear)
Não vale a pena, o Fifth Gear está a ficar cada vez menos interessante. Acabaram de destruir o Mercedes, o Tiff andou a testar uns carros e o Tom fez uma fuga com o Tiff no novo Citroën C6, um pouco forçado este bocado do programa, mas mostrou alguns pormenores interessantes sobre o carro. O Jason andou a testar um sistema novo da Honda, um controlo de tracção que em vez de reduzir a potência, aumenta-a compensando no equilibrio do carro. Por enquanto não mostra grandes melhorias.
O Tom foi ainda visitar um stand/feira/exposição da Toyota no Japão, onde se dão a conhecer os carros, as tecnologias, com espaços recreativos para miudos e graudos. Existe ainda um genero de museu com várias reliquias e um espaço onde se podem ver restaurações efectuadas aos carros ao vivo. Existe ainda a possibilidade de efectuar um pequeno test-drive na hora numa “pista” para o efeito. Sem dúvida uma boa experiencia que ajuda no marketing da Toyota, mostrando integridade e inovação por parte da marca!
Gasóleo num carro a gasolina? Não tem problema!
É verdade, completamente oposto ao anterior episódio este foi bastante informativo e interessante. O Tom tentou meter várias pessoas dentro dum Fiat Grande Punto com sucesso, tal como fazem com os Mini. O Jason falou do novo Lexus GS450h, que segundo a marca é o primeiro híbrido desportivo. Duvido que seja desportivo, mas segundo o Jason é bastante confortável. Gostei bastante do detalhe no ínicio de ao se aproximar do carro ele não só destrancar mas ligar-se, silenciosamente claro, uma vez que o arranque é feito com o motor eléctrico. Segundo o Jason é um pouco confuso ouvir o motor em rotações constantes e ver a velocidade a subir devido à ajuda do motor eléctrico. Os meus parabéns à Toyota pelo desenvolvimento no campo dos híbridos.
Uma das partes mais interessantes do programa foi quando o John experimentou colocar gasóleo num carro a gasolina e vice-versa. Esta situação acontece várias vezes e as reparações são normalmente caras, mas será mesmo necessário? Ele foi fazer o teste, de reparar que com veículos antigos, e meteu gasóleo num carro a gasolina e o carro começou aos soluços. Voltou a meter gasolina por cima e voltou tudo ao normal, inclusivé nas emissões, não fosse o catalisador ter ficado danificado. No entanto é dificil por gasóleo num carro a gasolina, a pistola é mais larga. Ao colocar gasolina num diesel também não existiram problemas de maior na pista, o carro ficou a desenvolver melhor e no final ficou com uma fuga de escape. No entanto quando foram testar as emissões o carro começou a deitar fumo e acabou por ir abaixo. Ao colocarem gasóleo novamente o carro pegou mas fazia alguns barulhos estranhos e deitava um fumo azulado. O carro voltou a ir abaixo, mas depois de algumas tentativas o carro voltou a funcionar normalmente. Conclusão, não é preciso trocar sempre o sistema de alimentação, basta fazer uma limpeza ao tanque e ver o que acontece.
Mostraram ainda o Tiff a correr na categoria GT3 com um Aston Martin com alguns problemas mas no final com resultados satisfatórios. O Tiff continua a ser um grande piloto!
Em pista mostraram ainda um comparativo entre um Astra a gasolina e um Astra modificado pela 888 a gasóleo. A diferença não é grande e demonstra realmente que os motores a gasolina são mais desportivos e divertidos.



Infelizmente, tal como o Top Gear vamos ter uma interrupção devido ao mundial de futebol.
Se quer filmar corridas de cavalos compre um Citroën!
Embora muitos digam que não, os carros franceses são bastante confortáveis, principalmente os Citroën com aquelas suspensões que se auto adaptam e permitem um bom comportamento em curva com bastante conforto. Para demonstrar este ponto, nada melhor que levar o novo Citroën C6 a uma corrida de cavalos, onde ainda são usados os antigos Citroën DS pela sua capacidade de absorção das irregularidades no pavimento. Para azar nacional, foi comparado contra um série 5 e todos sabemos o que acontece em terras lusas quando se superioriza qualquer carro a um alemão, tirando a Opel claro. preconceitos à parte, é um carro bastante confortável e muito “completo” para o valor, comparando com os carros do mesmo segmento.
No inicio do programa o Jeremy ainda testou o Prodrive P2, um exercicio tecnologico da Prodrive do qual ele gostou bastante. Para mim o melhor era mesmo o barulho da waste-gate!
O antigo piloto de F1 Jackie Stewart tentou ajudar o “Captain Slow” a melhorar o seu tempo numa pista. Ele disse que conseguia, com os seus conselhos, ajudar um dos apresentadores do Top Gear a melhorar o seu tempo em menos 20 segundos. O Captain Slow passou a ser bastante rápido e melhorou o seu tempo em pista de 02:26.45 para 2:06.74!
No fim resolveu-se o Mundial com um jogo entre o Volkswagen Fox e o Toyota Aygo, sendo vencedora a selecção brasileira (Fox).



Infelizmente por causa do mundial só em Julho é que o Top Gear volta.
Plágio Gear. Eu ainda sou do tempo…
Sim, sim, eu ainda sou do tempo que o Fifth Gear era um programa de automóveis interessante onde testavam os carros de uma forma mais séria, sendo o Fifth Gear um programa para quem queria saber mais sobre os carros e o Top Gear um programa para quem queria ver carros e passar um bom bocado.
Chateou-me a parte do plágio com o Mercedes, como fizeram no Top Gear com a Toyota. Vou apenas falar das partes que me interessaram no programa.
O Tom aproveitou que estava pelo Japão e foi ver o novo movimento que está a substituir o Street Racing. Aparentemente Portugal foi pioneiro, pois é normal existirem “ajuntamentos” de carros modificados nas bombas de gasolina. Aparentemente no Japão agora funciona assim, o pessoal junta-se, têm umas carrinhas um pouco xungas com uns dj’s ambulantes e passam assim a noite. Pelo meio chegam uns cromos da bola para queimar pneu e a policia vem acalmar as coisas.
Em Itália o Tiff foi testar o Fiorano e aparentemente ele prefere o F430.



Venha o próximo Fifth Gear.
Um S-Klasse feito de cimento!
Mais um episódio em que o Jeremy fez figura de urso ao tentar alterar um S-Klasse antigo, mas com muito humor.
Este episódio contou com um comparativo entre o Boxster S e o Z4 M pelo Hammond, chegando à conclusão que o Boxster é um carro mais refinado e facil de dominar enquanto que o Z4 é um carro mais bruto.
O Jeremy fez um teste ao novo Mercedes S-Klasse, a plataforma tecnologica que mostra o que os nossos carros vão ter nos próximos 10 a 15 anos, como tem acontecido com os anteriores S-Klasse com os cintos de três apoios, o ABS e os airbags. Este carro tem sistema de som surround, televisão digital e bancos com massagem, entre outros conjuntos de gadgets. Tal como o Jeremy eu também acho o carro triste por dentro, plásticos cinzentos e o tom dos estofos é muito pobre.
O Hammond fez uma pequena corrida entre um Cayenne Turbo S e “paraquedista”, perdeu obviamente porque o teste foi feito fora de estrada e este SUV não tem nada de todo o terreno.
O Jeremy tentou alterar o tal S-Klasse antigo, colocando cimento dentro do carro para o fazer parecer com a sua própria casa, tendo depois o May e o Hammond experimentado o carro na pista do Top Gear, um desastre completo!
O Koenigsegg CCX voltou ao Top Gear com a nova asa e como esperado fez a volta mais rápida da pista!
Enquanto isso vou ouvindo o programa de rádio que os apresentadores do Top Gear fizeram, durante o programa falaram bastante bem do Schumacher. Se estiverem interessados podem ouvir o programa em bbc.co.uk/topgear.



Aparentemente para a semana continua o Top Gear, ainda não vamos ter a tal interrupção por causa do mundial.
O pior condutor de sempre
Começou a semana passada o programa “O pior condutor de sempre” na SIC apresentado pelo Bruno Nogueira. Ao ver o programa existe uma questão que não me sai da cabeça, como é que esta gente tirou a carta?
Faz-me especial confusão o senhor Manuel Pessoa que admite não se preocupar com os outros, eles desviam-se e o jovem Nuno Conceição que tem um TDI e que considera os outros condutores umas “amélias” que só empatam o transito. É uma triste realidade com que nos confrontamos no dia a dia, e depois admiram-se dos “números”.
Nas poucas provas feitas até agora é preocupante o comportamento ao volante de quem se encontra no concurso, especialmente aqueles que fazem os erros, têm noção disso e ainda se riem do que fazem.
Serão estes os senhores que fazem a guerra civil da qual tanto falam os membros do ACA-M?
Um Fifth Gear na ilha do Lost?
Muitas pessoas dizem que o Fifth Gear não presta, que é um programa sem conteúdo e que é bastante chato. Bom, até têm razão, excepto quando o Tom entra em cena com uma visita a uma ilha tipo Lost (4-8-15-16-23-42?).
Mas vamos começar pelo ínicio, o programa começa com um “paparazzi” do mundo automóvel, um fotográfo que consegue umas das melhores spy-photos de carros da Aston Martin, Jaguar, Porsche, Land Rover (parece a lista de marcas que não foram à FIL em 2006) que deixa a equipa do Fifth Gear passar um dia com ele para conhecerem como é o seu trabalho. Mais tarde a Vicki tenta a sua sorte a fazer o mesmo e é apanhada.
O Plato esteve a testar o EOS mas falou pouco do carro, gostava de ver uma reportagem mais aprofundada como o Tiff e o Tom sabem fazer. Basicamente é um Golf grande com uma capota que ocupa menos espaço.
Pelo meio falaram do Gumball 3000 onde entrou pela primeira vez o Westwood que apresentou o Pimp my Ride UK. A policia inglesa ajudou à festa e trouxe o seu Gallardo.
No shootout desta semana o Tiff testou duas máquinas da Volkswagen, o Golf GTI e o Octavia VRS. Embora fosse um shootout estúpido pois foi feito de marcha atrás ganhou o carro que é a escolha lógica, o Skoda.
Passando ao ponto alto do programa, pelo menos para mim, o Tom foi até ao Japão a uma ilha que faz lembrar o Lost e a Dharma Initiative para falar da recente inovação na produção de células de combustível com zero emissões na sua produção. Uma vez que aquela ilha tem uma precipitação elevada conseguiram utilizar uma central termo-eléctrica para a produção de hidrogénio com zero emissões. Ele demonstrou ainda como atestar o carro com um cabo para dar massa ao carro e uma mangueira semelhante às do GPL para adicionar o hidrogénio. Ele explica ainda como funciona o carro com células de combustível, o hidrogénio que é armazenado no carro (num reservatório seguro, semelhante aos do GPL) passa pela célula de combustível onde é misturado com ar produzindo água e electricidade. A electricidade vai para o motor do carro e a água sai pelo escape, simples e sem emissões poluentes! A água sai fresca pelo escape ajudando a baixar a temperatura global. O carro, como um bom carro electrico circula sem fazer qualquer tipo de barulho tirando claro o barulho dos pneus. Um carro silencioso e com zero emissões, se isto não é o futuro então o que será? Existem inclusivé planos para o desenvolvimento de estações caseiras que podemos montar nas nossas garagens que recorre à energia solar para gerar o hidrogénio.
Para terminar o Tiff testou o novo Corvette que como o Jeremy tinha dito no Top Gear não parece um carro feito nos Estados Unidos.
Deixo aqui algumas imagens deste programa, vou passar a incluir três imagens do programa (Fifth Gear ou Top Gear) para aqueles que não vêm ou não têm acesso aos episódios.



Para a semana temos mais Top Gear e Fifth Gear.
