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Os Ciclistas e o novo Código da Estrada

Ciclistas na cidadeO novo Código da Estrada veio trazer novos direitos e deveres aos ciclistas, mas parece que pouco mudou nas atitudes de quem usa a bicicleta na cidade.

Além de condutor sou também peão e já tive problemas com senhores (e senhoras) de bicicleta que teimam em circular pelo passeio e pelas passadeiras sem grandes cuidados. Apesar do novo código indicar que é proibida a circulação de bicicleta em passeios e passadeiras continuo a ver este comportamento.

Só hoje vi finalmente um Ciclista fora da bicicleta à espera que o sinal dos peões abrisse e passou com a bicicleta à mão na passadeira.

E falando em sinais, continuo a ver em Lisboa ciclistas a passarem vermelhos e a mudarem de faixa sem sinalizarem, um deles ia tendo um encontro com uma mota mas o motociclista teve bons reflexos.

E aqui levanta-se uma situação. Se eu ou outro condutor passar um vermelho ou tiver um acidente posso facilmente ser identificado pela minha matricula. A mesma coisa com as motos. E no caso de uma bicicleta? Se uma bicicleta me bater e fugir, ou no caso com a mota se o motociclista não tivesse evitado o acidente e o ciclista fugisse, como era identificado?

Tendo em conta que pouco mudou, excepto passarem a andar de bicicleta lado a lado, não seria ideal precaver este tipo de situações e obrigar a ter um seguro de responsabilidade civil e uma chapa identificativa na bicicleta para circular na via pública?

Mais Gasolina renovado

Mais Gasolina em 2013O Mais Gasolina foi finalmente renovado, estando agora de cara lavada e com um aspecto que já pertence à década actual.

O site com os preços dos combustíveis foi refeito de raiz o que permitiu criar um site mais rápido e virado para as necessidades dos utilizadores e consumidores de combustíveis.

A página inicial passou a ter a informação essencial que os utilizadores mais procuravam e foram feitas melhorias e adicionadas novas funcionalidades.

Postos mais baratos perto do utilizador

Agora na página inicial passam a ser apresentados os postos mais baratos num raio definido, obtendo a localização actual do utilizador fornecida pelo seu operador de acesso à Internet.

Pesquisa melhorada

Procure pelo nome do posto ou por um local e obtenha sugestões sobre os termos mais pesquisados para o auxiliar a encontrar o seu posto mais depressa.

Nova área de utilizador

Os utilizadores do Mais Gasolina são a base do site, com mais de 1800 postos actualizados semanalmente pela comunidade, é necessário que a área de utilizador seja simples de usar e vá de acordo com as necessidades dos utilizadores.

Existem muitas mais novidades no site, convido-os a visitar e a descobrir o que existe de novo no Mais Gasolina.

Como detectar um mau condutor

Mau condutorInfelizmente quem anda na estrada nem sempre é um bom condutor. Seja por falta de prática, um mau ensino, não ter aptidão para conduzir ou conduzir distraído.

Com o tempo fui aprendendo a detectar maus condutores e a praticar uma condução mais cautelosa perto destes, percebendo por vezes que estes querem mudar de faixa ainda antes dos próprios saberem :lol:

Aqui ficam algumas dicas para detectar maus condutores, e se te enquadras num destes pontos então tenho más noticias!

Espelhos tortos ou recolhidos

Infelizmente é comum, principalmente entre as senhoras, circular com o espelho interior torto ou com os espelhos exteriores recolhidos. Um condutor que não liga aos espelhos é um mau condutor, não tem noção do que se passa à sua volta e apenas vê com clareza para a frente.

Se um espelho estiver recolhido como mudam de faixa com segurança? E se o espelho vai torto, será que conseguem perceber o que se passa atrás? Normalmente estes condutores não dão muito uso aos espelhos.

Mãos no sitio errado no volante

A maioria dos volantes nos carros recentes tem um sitio onde devem ficar os polegares. Se imaginarmos o volante como um relógio a posição correcta é perto das 9 e das 3, nunca mais em cima ou no topo só com uma mão.

Se for necessária uma manobra rápida ao ter as mãos no sitio errado não vamos ter uma liberdade de movimentos adequada para virar rapidamente o volante. Quem conduz desta forma tem também o braço à frente do volante e não de lado, o que em caso de embate com o airbag a disparar poderá partir ou amputar os braços.

Má postura ao volante

Esta é mais comum com os jovens condutores, mais o típico boy racer. Seja com o banco totalmente baixo e com as costas todas recolhidas ou a conduzir inclinado para a direita com a cabeça no meio do carro.

Esta última então vai dar ao mesmo efeito que não ter espelhos, com a cabeça no meio do carro não devem ver nada por lá. Em caso de acidente esta má postura ao volante também é critica, o cinto de segurança pode não fazer o seu trabalho e os airbags não abrem a meio do tablier.

Luzes apagadas ou de mínimos

As DRL e os sensores de luz vieram atenuar este problema, mas continuamos a ter condutores com luzes fundidas e ópticas totalmente apagadas e não dão por isso. Com as chuvas destes últimos dias ia tendo uma situação chata em que um condutor num carro preto e já de noite vinha sem luzes, só o vi quando já estava bem perto de mim. Quando fiz sinal para ligar as luzes ficou a olhar para mim como se eu fosse de outro planeta.

Fazer outras coisas que não conduzir

Usar o telemóvel, comer, ler o jornal, maquilhar-se ou fazer a barba. Existem pessoas que atrás de um volante fazem tudo menos conduzir e vão completamente abstraídos do que se passa à sua volta.

Estes são o pior tipo de mau condutor, pode passar um camião em chamas ao seu lado que não devem dar por isso.

 

E tu és um mau condutor ou conheces outros exemplos de maus condutores? Partilha nos comentários!

Mitos antigos sobre automóveis

Portugal é um país caricato na sua cultura automobilística. Quem nunca ouviu falar do homem que inventou o carro que andava a água mas que o Salazar pessoalmente mandou prender? Ou o das bolas de naftalina no depósito que quase duplicavam a potência do carro?

Aqui ficam alguns mitos mais antigos sobre automóveis.

Radares na Via Verde

Via VerdeA Via Verde está rodeada de mitos. Fazer uma chamada ao pé do identificador para não contar portagem, tirar o talão e sair pela Via Verde para pagar o mínimo. São tantos que a Via Verde precisa de fazer desmentidos.

O maior destes mitos foi a instalação de radares por parte da Brisa nos corredores da Via Verde. Foi giro ver em vários fóruns automóveis condutores que passaram a tirar talão em vez de circular a 60km/h no pórtico da Via Verde.

Aconteceu outra situação idêntica quando foi aprovado o sinal de controlo médio de velocidade, e lá veio novamente a história que iam controlar apenas com a Via Verde. A Via Verde Portugal não tem competência legal para tal.

Nokia como detector de radares

Telemóveis NokiaEu não sei o que é pior, se é quem inventa estas coisas ou se quem acredita e vai repetindo a mentira. Bem dizem que uma mentira repetida várias vezes se torna verdade.

A ideia era colocar o Caller Group como 00000 e se estivéssemos perto de um radar o telemóvel tocava.

Sempre fiquei com a pulga atrás da orelha, será que quando o telemóvel tocasse se alguém atendesse se ouvia do outro lado “GNR BT, encoste por favor”?

Os cavalos escondidos dos carros alemães

Banco de potência Sabiam que o vosso TDI de 110cv tem na realidade 350cv? É verdade, os alemães escondem os cavalos por causa dos impostos! Ou pelo menos foi a ideia que alguns tentaram passar e lançar um mito fantástico em torno dos carros alemães e das potências declaradas. Malandros dos japoneses e dos ingleses que não sabiam esconder cavalos!

Bancos de potência mal calibrados e uma falta de noções sobre tolerâncias levaram a este fantástico mito que ainda resistiu alguns anos na Internet. A potência de um automóvel depende de vários factores, e dois motores “iguais” podem ter potências diferentes. Por exemplo, um motor de 100cv pode ter uma tolerância de mais ou menos 5cv pelo que pode sair para comercialização com 105cv ou 95cv.

 

Conhecem mais alguns mitos antigos? Partilhem nos comentários!

Stands de carros usados de confiança

Stand de carros usadosA imagem do vendedor de carros usados nem sempre é a melhor. Existem aqueles vendedores que só dizem tretas e acabam por enganar aqueles que não estão informados.

O nosso mercado automóvel também não ajuda, mas a nossa cultura em Portugal nunca foi muito virada para o automóvel.

Felizmente vão aparecendo alguns casos que rompem com esta má imagem. O primeiro que conheci deste género é a Só Barroso onde colocam as matrículas dos carros visíveis nos seus anúncios. Na página do Facebook ainda colocam fotos do vendedor com o novo proprietário de cada carro que vendem para tornarem os negócios o mais transparente possível.

Outra empresa que me ficou na memória pela positiva foi a CarNext da LeasePlan. Aqui além das matrículas visíveis temos fotos ao número de chassis, do livro de revisões, do DUA, dum medidor digital que mostra o rasto de cada pneu e até colocam algumas setas bem visíveis a mostrar riscos, picadas ou mossas que a viatura possa ter.

Espero que este tipo de empresas venham mudar o panorama nacional do mercado de usados, primeiro da parte dos vendedores que devem ser o mais transparente possíveis, e da parte dos clientes que têm que perceber que um carro usado não é um carro novo mais barato e os negócios da China trazem sempre algo escondido.

Nunca comprei nenhuma viatura a estas empresas, mas gostei da atitude e espero que outros lhes sigam o bom exemplo.

Os carros estão a transformar-se em tablets?

Interior do Tesla SAlguns carros que andam a sair mais parecem tablets com rodas. Onde andam os estudos de usabilidade sobre este tipo de sistemas?

Um exemplo flagrante é o Tesla S onde tudo é controlado por um touch-screen. Se até percebo a utilidade de um touch-screen para ser utilizado na navegação porque é mais fácil para colocar uma morada, já ter controlos do ar condicionado, desembaciador dianteiro e traseiro e até volume de rádio num ecrã plano não me agrada. Felizmente para os 4 piscas ainda existe um botão.

Eu gosto muito do Android, mas como sistema de controlo do meu carro através de um ecrã plano não.

Passamos do 8 ao 80, se dantes tínhamos consolas com muitos botões como era o caso dos Saab (e até no meu C6) agora temos a ausência de botões. A verdade é que com um simples toque consigo fazer várias operações no meu carro sem tirar os olhos da estrada, e isto torna-se impossível com estes novos sistemas que funcionam à base de toques no ecrã. Os botões têm formatos e saliências diferentes para que, através do tacto, seja possível activar uma função na viatura sem tirar os olhos da estrada.

Eu até percebo esta ideia mais minimalista e nalguns carros até fica engraçado (como o 208), mas no Tesla S a própria consola fica feia com um ecrã tão grande e desproporcional.

E se não concordam e até gostam de ter tudo controlado por touch-screen, experimentem escrever uma SMS num telemóvel com teclado e num touch-screen, mas façam-no sem olhar para o ecrã.

É aqui que certos sistemas como o iDrive vencem e, embora confusos, permitem ter um feedback táctil e podemos carregar no botão do iDrive, rodar o botão algumas vezes para saber que escolhemos a opção certa. Não é necessário ficar a olhar para o ecrã e inclinarmos-nos para termos a certeza que tocamos com o dedo na opção certa. O feedback táctil é bastante importante.

Ou será que esta nova filosofia serve para cativar os mais jovens? Segundo alguns estudos os jovens estão a perder interesse pelos automóveis e a investir mais em telemóveis e tablets. A ideia de tirar a carta aos 18 anos está a desaparecer uma vez que em casa conseguem comunicar com toda a gente e preferem usar os transportes públicos para sair apenas até ao centro da cidade.

Eu espero sinceramente que esta seja uma moda passageira e que os carros voltem a ser carros. Faz sentido sim ter tecnologia no nosso automóvel e conseguir comunicar com o nosso carro a partir de casa ou do telemóvel para ver se o mesmo está trancado, carregar favoritos no GPS ou mudar a nossa biblioteca de MP3 a partir de casa, mas remover botões com funções importantes colocando apenas um ecrã táctil não.

A minha lista de carros: Historial automóvel

No Top Gear no segmento SIARPC acho piada à lista de carros que alguns dos convidados já tiveram. Temos aqueles com um historial fantástico como o Jay Kay e outros que tiveram chasso atrás de chasso e de repente passaram para um Porsche ou Ferrari.

Seguindo a mesma ideia partilho então aqui o meu historial automóvel. A minha lista de carros que já tive não é nada de especial, mas aqui fica.

Peugeot 106 XSI

Peugeot 106 XSIO meu primeiro carro foi um 106 XSI de 1995. Comprei-o em Março de 2005 logo após ter tirado a carta, na altura queria um GTI mas não tinha dinheiro para um. Vinha mal tratado, mas era o primeiro carro e como o vi baixinho, com a grelha lisa e as jantes do Saxo Cup fiquei logo rendido. Ainda por cima vinha sem catalisador, sem panela central e com a admissão de troféu do Saxo Cup.

Rapidamente percebi que as alterações que tinham sido feitas só serviam para fazer mais barulho e o carro com a admissão original e o escape completo até tinha mais arranque :lol:

Era um carro muito nervoso de motor mas bastante estável, e depois de lhe colocar uma barra anti-aproximação ficou com a frente bastante incisiva, era só apontar a frente que ele virava para lá. Foi um bom carro para aprender a conduzir, perdoava muita asneira ao volante.

Gastei bastante dinheiro no carro, dava para ter comprado um GTI em condições e depois vendi-o, era um carro muito desconfortável, não tinha ar condicionado e uma viagem de 20 ou 30 quilómetros já me deixavam surdo. Só o tive durante 10 meses e apenas fiz 11.000km com ele. O rapaz que o comprou abraçou-o a uma árvore pouco tempo depois :roll:

Peugeot 406 Coupé

Peugeot 406 CoupéDe um 106 passei para um 406. Este já é conhecido dos leitores mais assíduos do blog, comprei-o a 25 de Janeiro de 2006 com 107.000km (os mesmos que o 106) e vendi-o após 6 anos e meio com mais de 255.000km. Na altura estava à procura de um Celica, mas assim que o conduzi rendi-me.

Este também veio para as minhas mãos com alterações, mas quando o comprei já tinha ideias de o colocar de origem. Tinha uma panela de rendimento e umas jantes de 17″ da Masitaly. Encontrei umas jantes de 16″ do V6 e coloquei a linha de escape de origem.

Levou muito material de manutenção, corrigi vários problemas que o carro tinha, converti-o para GPL, insonorizei-o e melhorei o sistema de som de origem. Serviu ainda de montra para a Loja dos Alarmes com um Easycar instalado com todos os módulos que estavam disponíveis.

Foi um carro onde me fartei de andar, o que gastei em combustível em 6 anos foi tanto como o valor que paguei por ele. Ainda lhe mudei a correia de distribuição duas vezes, uma aos 120.000km e outra aos 240.000km.

Era um carro bastante divertido de conduzir, apesar da sua filosofia ser mais a de estradista. É um carro com umas linhas fantásticas, ou não tivesse sido desenhado pelo Sérgio Pininfarina. Era relativamente confortável e com a insonorização era bastante silencioso. Conseguia ir de Lisboa ao Porto e voltar sem me sentir demasiado cansado.

No entanto era um carro que se começava a revelar pouco prático. As portas eram enormes e ao contrário de um Avantime, sair do carro em lugares apertados era complicado, e se levasse passageiros atrás era sempre chato ter que sair do carro para entrarem. A caixa manual também já começava a chatear em pára-arranca e como as estradas na minha zona não são as melhores o conforto acabava por sair comprometido.

Citroën C6

Citroën C6A muito custo lá larguei o 406 Coupé e fui buscar um carro que sempre gostei. Aliás, sempre que via um na rua pensava “Aquele vai ser o meu próximo carro”. Estava de pé atrás porque só os encontrava a gasóleo mas depois de o experimentar rendi-me, e a 2 de Junho de 2012 lá fui buscar um C6 com 130.700km.

O motor V6 é bastante equilibrado, não tendo vibrações típicas de motores a gasóleo ao ralenti e como o carro até é bem insonorizado não se ouve muito o barulho do motor. É o meu primeiro carro a gasóleo e continuo sem perceber o que os europeus vêm no gasóleo.

Foi um carro que veio em bom estado, antes de o comprar a única coisa que vi que precisava de fazer a mais era mudar os pneus (trazia uns Nexen) e um grande detalhe, porque o carro tinha swirls que se viam à sombra.

É um carro totalmente diferente do 106 e do 406, tem uma filosofia diferente mas adapta-se ao meu uso actual do carro. A suspensão em Sport dá para umas brincadeiras com a caixa em modo sequencial, e até já faço curvas bem mais depressa do que fazia com o 406. Mas o forte deste carro é o conforto.

Acabou por ser vendido com quase 224 mil quilómetros a 17 de Novembro de 2017.

 

Parece que por mais que procure acabo sempre por ir parar aos carros franceses. Quando comprei o 406 queria um Celica, quando comprei o C6 andei de olho no S80 e no GS450h.

E vocês, qual foi o vosso historial automóvel até agora? Partilhem a vossa lista de carros nos comentários e deixem as vossas impressões sobre as máquinas que já tiveram ou que ainda têm.

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