Um pódio de má cara na Malásia

Pódio do GP da MalásiaAcho que este foi o pódio na história da F1 onde os pilotos estavam com mais má cara e de muito mau humor. O Hamilton não queria estar ali, o Webber queria estar em primeiro e o Vettel percebeu que fez asneira.

Vettel não cumpriu as ordens da equipa e decidiu passar Webber colocando em risco o resultado da equipa. As ordens internas são permitidas na F1, ao contrário do que acontecia há alguns anos atrás. A mesma situação ocorreu na Mercedes mas sem grandes repercussões.

Neste momento existe na Red Bull mau ambiente e pelas entrevistas que o Mark Webber deu, ficou no ar a ideia que estará a por em causa a sua continuidade na equipa. Veremos o que as próximas semanas nos reservam nesta “novela”. Tendo em conta os resultados de algo semelhante entre o Senna e o Prost, poderão vir aí tempos difíceis para a Red Bull.

Como fã acho que foi bom ter alguma acção na corrida que foi bastante parada, tirando os problemas nas boxes com a McLaren e a Force India, mas penso que será uma vitória para o Vettel que fica manchada sem necessidade.

Os carros estão a transformar-se em tablets?

Interior do Tesla SAlguns carros que andam a sair mais parecem tablets com rodas. Onde andam os estudos de usabilidade sobre este tipo de sistemas?

Um exemplo flagrante é o Tesla S onde tudo é controlado por um touch-screen. Se até percebo a utilidade de um touch-screen para ser utilizado na navegação porque é mais fácil para colocar uma morada, já ter controlos do ar condicionado, desembaciador dianteiro e traseiro e até volume de rádio num ecrã plano não me agrada. Felizmente para os 4 piscas ainda existe um botão.

Eu gosto muito do Android, mas como sistema de controlo do meu carro através de um ecrã plano não.

Passamos do 8 ao 80, se dantes tínhamos consolas com muitos botões como era o caso dos Saab (e até no meu C6) agora temos a ausência de botões. A verdade é que com um simples toque consigo fazer várias operações no meu carro sem tirar os olhos da estrada, e isto torna-se impossível com estes novos sistemas que funcionam à base de toques no ecrã. Os botões têm formatos e saliências diferentes para que, através do tacto, seja possível activar uma função na viatura sem tirar os olhos da estrada.

Eu até percebo esta ideia mais minimalista e nalguns carros até fica engraçado (como o 208), mas no Tesla S a própria consola fica feia com um ecrã tão grande e desproporcional.

E se não concordam e até gostam de ter tudo controlado por touch-screen, experimentem escrever uma SMS num telemóvel com teclado e num touch-screen, mas façam-no sem olhar para o ecrã.

É aqui que certos sistemas como o iDrive vencem e, embora confusos, permitem ter um feedback táctil e podemos carregar no botão do iDrive, rodar o botão algumas vezes para saber que escolhemos a opção certa. Não é necessário ficar a olhar para o ecrã e inclinarmos-nos para termos a certeza que tocamos com o dedo na opção certa. O feedback táctil é bastante importante.

Ou será que esta nova filosofia serve para cativar os mais jovens? Segundo alguns estudos os jovens estão a perder interesse pelos automóveis e a investir mais em telemóveis e tablets. A ideia de tirar a carta aos 18 anos está a desaparecer uma vez que em casa conseguem comunicar com toda a gente e preferem usar os transportes públicos para sair apenas até ao centro da cidade.

Eu espero sinceramente que esta seja uma moda passageira e que os carros voltem a ser carros. Faz sentido sim ter tecnologia no nosso automóvel e conseguir comunicar com o nosso carro a partir de casa ou do telemóvel para ver se o mesmo está trancado, carregar favoritos no GPS ou mudar a nossa biblioteca de MP3 a partir de casa, mas remover botões com funções importantes colocando apenas um ecrã táctil não.

A minha lista de carros: Historial automóvel

No Top Gear no segmento SIARPC acho piada à lista de carros que alguns dos convidados já tiveram. Temos aqueles com um historial fantástico como o Jay Kay e outros que tiveram chasso atrás de chasso e de repente passaram para um Porsche ou Ferrari.

Seguindo a mesma ideia partilho então aqui o meu historial automóvel. A minha lista de carros que já tive não é nada de especial, mas aqui fica.

Peugeot 106 XSI

Peugeot 106 XSIO meu primeiro carro foi um 106 XSI de 1995. Comprei-o em Março de 2005 logo após ter tirado a carta, na altura queria um GTI mas não tinha dinheiro para um. Vinha mal tratado, mas era o primeiro carro e como o vi baixinho, com a grelha lisa e as jantes do Saxo Cup fiquei logo rendido. Ainda por cima vinha sem catalisador, sem panela central e com a admissão de troféu do Saxo Cup.

Rapidamente percebi que as alterações que tinham sido feitas só serviam para fazer mais barulho e o carro com a admissão original e o escape completo até tinha mais arranque :lol:

Era um carro muito nervoso de motor mas bastante estável, e depois de lhe colocar uma barra anti-aproximação ficou com a frente bastante incisiva, era só apontar a frente que ele virava para lá. Foi um bom carro para aprender a conduzir, perdoava muita asneira ao volante.

Gastei bastante dinheiro no carro, dava para ter comprado um GTI em condições e depois vendi-o, era um carro muito desconfortável, não tinha ar condicionado e uma viagem de 20 ou 30 quilómetros já me deixavam surdo. Só o tive durante 10 meses e apenas fiz 11.000km com ele. O rapaz que o comprou abraçou-o a uma árvore pouco tempo depois :roll:

Peugeot 406 Coupé

Peugeot 406 CoupéDe um 106 passei para um 406. Este já é conhecido dos leitores mais assíduos do blog, comprei-o a 25 de Janeiro de 2006 com 107.000km (os mesmos que o 106) e vendi-o após 6 anos e meio com mais de 255.000km. Na altura estava à procura de um Celica, mas assim que o conduzi rendi-me.

Este também veio para as minhas mãos com alterações, mas quando o comprei já tinha ideias de o colocar de origem. Tinha uma panela de rendimento e umas jantes de 17″ da Masitaly. Encontrei umas jantes de 16″ do V6 e coloquei a linha de escape de origem.

Levou muito material de manutenção, corrigi vários problemas que o carro tinha, converti-o para GPL, insonorizei-o e melhorei o sistema de som de origem. Serviu ainda de montra para a Loja dos Alarmes com um Easycar instalado com todos os módulos que estavam disponíveis.

Foi um carro onde me fartei de andar, o que gastei em combustível em 6 anos foi tanto como o valor que paguei por ele. Ainda lhe mudei a correia de distribuição duas vezes, uma aos 120.000km e outra aos 240.000km.

Era um carro bastante divertido de conduzir, apesar da sua filosofia ser mais a de estradista. É um carro com umas linhas fantásticas, ou não tivesse sido desenhado pelo Sérgio Pininfarina. Era relativamente confortável e com a insonorização era bastante silencioso. Conseguia ir de Lisboa ao Porto e voltar sem me sentir demasiado cansado.

No entanto era um carro que se começava a revelar pouco prático. As portas eram enormes e ao contrário de um Avantime, sair do carro em lugares apertados era complicado, e se levasse passageiros atrás era sempre chato ter que sair do carro para entrarem. A caixa manual também já começava a chatear em pára-arranca e como as estradas na minha zona não são as melhores o conforto acabava por sair comprometido.

Citroën C6

Citroën C6A muito custo lá larguei o 406 Coupé e fui buscar um carro que sempre gostei. Aliás, sempre que via um na rua pensava “Aquele vai ser o meu próximo carro”. Estava de pé atrás porque só os encontrava a gasóleo mas depois de o experimentar rendi-me, e a 2 de Junho de 2012 lá fui buscar um C6 com 130.700km.

O motor V6 é bastante equilibrado, não tendo vibrações típicas de motores a gasóleo ao ralenti e como o carro até é bem insonorizado não se ouve muito o barulho do motor. É o meu primeiro carro a gasóleo e continuo sem perceber o que os europeus vêm no gasóleo.

Foi um carro que veio em bom estado, antes de o comprar a única coisa que vi que precisava de fazer a mais era mudar os pneus (trazia uns Nexen) e um grande detalhe, porque o carro tinha swirls que se viam à sombra.

É um carro totalmente diferente do 106 e do 406, tem uma filosofia diferente mas adapta-se ao meu uso actual do carro. A suspensão em Sport dá para umas brincadeiras com a caixa em modo sequencial, e até já faço curvas bem mais depressa do que fazia com o 406. Mas o forte deste carro é o conforto.

Acabou por ser vendido com quase 224 mil quilómetros a 17 de Novembro de 2017.

 

Parece que por mais que procure acabo sempre por ir parar aos carros franceses. Quando comprei o 406 queria um Celica, quando comprei o C6 andei de olho no S80 e no GS450h.

E vocês, qual foi o vosso historial automóvel até agora? Partilhem a vossa lista de carros nos comentários e deixem as vossas impressões sobre as máquinas que já tiveram ou que ainda têm.

Filtro de partículas FAP ou DPF Diesel

Filtro de partículas DieselOs carros a gasóleo emitem partículas que estão associadas a doenças respiratórias, cardiovasculares e cancro do pulmão. Estas partículas cancerígenas são emitidas com a fuligem vinda da queima do diesel, o típico fumo preto dos carros a gasóleo.

Uma vez que são altamente nocivas para a saúde pública passou a ser definido um limite máximo de emissões de partículas de 0.005 g/km com a norma Euro V que entrou em vigor em Setembro de 2009.

A única forma de ter um valor baixo é adicionar um filtro de partículas à linha de escape. A PSA Peugeot Citroën foi o primeiro fabricante a colocar filtros de partículas nos seus carros de passageiros em 2000 e, até 2004, várias cidades proibiram a utilização de viaturas pesadas sem filtros de partículas (caso de Tóquio e Nova Iorque).

Se está a pensar em adquirir um carro a gasóleo com filtro de partículas aqui fica tudo o que precisa de saber sobre o filtro de partículas Diesel (FAP/DPF).

O que é o filtro de partículas

O filtro de partículas pode ser denominado de FAP (Filtre à particules) ou DPF (Diesel particulate filter). De forma a evitar a emissão de partículas dos carros a gasóleo este filtro “prende” as partículas e, através de regeneração, queima as partículas a uma temperatura elevada com recurso a metais preciosos transformando-as em CO2, água e cinza, semelhante ao que acontece com um catalisador comum.

Este filtro foi adoptado por vários fabricantes antes de ser obrigatório como a Peugeot, Citroën, Ford (Mazda / Jaguar) para reduzir as emissões de partículas e tornarem a compra dos seus carros a gasóleo mais apelativa graças a alguns incentivos estatais na redução de impostos em viaturas equipadas com FAP.

A renegeração

Erro de filtro de partículas num BMWQuando um filtro de partículas começa a ficar cheio (entre os 55 a 75% de capacidade) é iniciado um processo de regeneração onde é efectuada a queima das partículas no filtro, transformando-as em CO2 e água, deixando alguma cinza no filtro. As partículas queimam a 600º, no entanto com o uso de um aditivo é possível reduzir a temperatura para os 350º a 450º.

O processo de regeneração depende da utilização dada ao carro e pode ocorrer em vários intervalos de quilometragem. Por exemplo, no caso dos veículos PSA e Ford se a utilização for meramente citadina com tráfego elevado a regeneração é feita a cada 200km, se a utilização for sempre em auto-estrada a regeneração ocorre a cada 1500km. A regeneração é efectuada se circular acima dos 50km/h, e não se devem notar diferenças no funcionamento do carro durante este processo, embora alguns condutores verifiquem um trabalhar diferente ou mais vibração do motor durante a regeneração.

Pode acontecer durante o processo de regeneração sentir-se um odor a borracha ou óleo queimado, principalmente se pararmos o carro após a regeneração. Este odor é fruto das altas temperaturas no filtro de partículas.

Caso não seja possível efectuar a regeneração é mostrado um aviso (uma mensagem no ecrã ou uma luz no quadrante) indicando que o filtro de partículas poderá entupir e é necessário andar com o carro durante 5 a 10 minutos acima dos 50km/h para ser iniciada uma regeneração ou recorrer aos serviços da marca para forçarem uma regeneração ou “lavarem” o filtro. Isto depende de carro para carro e é aconselhável verificar o manual.

Se o filtro continuar sem regeneração este irá entupir e é possível que fique danificado e seja necessário proceder à troca do mesmo.

A manutenção

Dependendo do filtro de partículas este poderá ter manutenção ou não. Alguns possuem aditivos que precisam de ser reatestados, outros podem necessitar de ser limpos ou mesmo trocados após alguns quilómetros. Alguns fabricantes indicam uma vida útil estimada dos actuais filtros de partículas entre os 80.000km e os 180.000km dependendo do carro e da sua utilização.

Cuidados a ter com o FAP/DPF

Filtro da bomba de óleo bloqueado num MazdaUm motor a gasóleo é cada vez mais complexo para ter um nível de emissões baixo. A adição de turbos, injectores de alta pressão, válvulas EGR e os filtros de partículas aumentam a complexidade destes motores e a exigência nos cuidados a ter.

Uma das coisas mais importantes num carro com filtro de partículas é o óleo. O óleo deve ter um teor baixo de enxofre (low SAPS) para evitar a criação de fuligem que poderá passar para o filtro de partículas e acelerar o seu bloqueio, podendo até danificar o mesmo. Nalguns casos onde é injectado mais gasóleo para aumentar a temperatura (sistemas sem aditivo) o óleo pode até ficar contaminado com gasóleo, levando-o a perder as suas capacidades podendo danificar vários componentes do motor ou até bloquear filtros de óleo, conforme ilustrado na imagem.

A Total efectuou alguns testes sobre a importância do óleo nas válvulas EGR, mostrando a diferença na acumulação de fuligem e nafta, sendo inferior nas viaturas testadas com óleo low SAPS.

O combustível usado também é muito importante. Deve ter um baixo teor de enxofre e é aconselhável que seja combustível aditivado para melhorar o processo de combustão e evitar a criação de fuligem.

Mas se calhar o ponto mais importante é o tipo de utilização dado ao carro. Se os percursos são maioritariamente citadinos e o carro tem FAP é obrigatório fazer umas tiradas em auto-estrada de vez em quando para limpar a FAP ou então forçar uma regeneração na oficina. Os motores diesel modernos não estão preparados para utilizações intensivas de pára-arranca ou serviço de táxi.

No caso dos carros com FAP e aditivo (Eolys ou semelhante) é aconselhável gastar o gasóleo e voltar a atestar para reduzir o consumo deste aditivo. O aditivo é adicionado sempre que se coloca combustível e colocar várias vezes pouca quantidade de combustível poderá usar aditivo em excesso.

Devo escolher um carro com filtro de partículas?

É necessário fazer contas, dependendo da utilização o filtro de partículas poderá ser uma dor de cabeça e fonte de despesas. A substituição de um filtro de partículas poderá ultrapassar facilmente os 1000 Euro.

Para carros de utilização citadina o ideal é optar por um carro a gasolina, os actuais motores de injecção directa permitem consumos reduzidos com um nível de performance interessante.

Se a utilização for normal, com percursos regulares em estrada aberta em que o motor funcione à temperatura ideal então o filtro de partículas não irá fazer grande diferença e poderá durar a vida útil do carro. É preciso ter atenção no entanto nos carros com aditivo o reatesto é caro e precisa de ser feito por uma concessão oficial ou por uma oficina especializada.

Novo programa Car SOS

Car SOS - Fiat 850 SpiderHoje vi um novo programa apresentado pelo Tim Shaw, que apresentava o Fifth Gear. O nome do programa é Car SOS e dá no Discovery, não sei no entanto se passa no canal por cabo em Portugal.

O programa segue um pouco a ideia do Overhaulin’ em que o carro é levado sem o dono saber, só que em vez de sair com uma pintura e jantes nada originais, o carro é restaurado e depois entregue.

Não está ao nível de um Wheeler Dealers para se aprender algo, mas a nível lúdico é bastante interessante.

Guia DIY: Limpar tampas das luzes de matrícula

Após ter feito um detalhe exterior ao C6 a iluminação da matrícula estava a destoar, e em qualquer carro uma iluminação fraca e amarelada da matrícula estraga o aspecto geral do carro.

Já tinha feito esta operação no 406, tendo na altura colocado leds a iluminar a matrícula. No C6 acabei por meter umas BlueVision, mas mesmo com lâmpadas normais o guia que se segue ajuda a fornecer mais luz para a matrícula.

O primeiro passo será remover as tampas reflectoras que iluminam a matrícula. Normalmente basta uma chave de fendas fina e estas saem facilmente se forem de encaixe, caso contrário devem ter dois parafusos a segurar. Como podem ver pela foto que se segue as minhas estavam bastante sujas e cortavam bastante luz.

Limpeza de tampas reflectoras das luzes de matrícula: Antes

Comecei por limpar a tampa com um quick detail da Poorboys e, com uma escova de dentes macia, esfreguei bem por dentro. Por fora é liso, não foi necessário. Com este processo saiu o lixo todo.

Podia ainda limpar mais a fundo e dar mais brilho, como não tinha Grojet apliquei uma cera que limpa a oxidação, a Mothers Cleaner Wax. Deixei actuar e tirei o excesso.

O resultado estava muito bom, por fim foi só selar com o Klasse Sealant Glaze que à semelhança do Grojet funciona bem em acrílico e vidros, apesar de ser mais difícil de aplicar. O selante vai prevenir que a sujidade se agarre ao exterior da tampa facilitando mais tarde a sua limpeza durante as normais lavagens.

Se não tiverem acesso a este tipo de produtos podem usar Cif ou detergente da loiça, mas os resultados não vão ser tão bons.

Podem a seguir ver a diferença.

Limpeza de tampas reflectoras das luzes de matrícula: Comparação 50/50

Depois foi só repetir o mesmo processo na outra tampa.

Limpeza de tampas reflectoras das luzes de matrícula: Resultado final

Infelizmente não tenho fotografias de um antes e depois da iluminação da matrícula mas penso que as fotos falam por si. A diferença ao vivo foi considerável, e com a mudança das lâmpadas ainda mais se nota.

Espero que gostem deste primeiro guia Do It Yourself (Faça Você Mesmo), brevemente irei colocar outros que vos possam ajudar a tratar dos vossos carros sem grande dificuldade.

Top Gear volta após um ano para a 19ª temporada

19ª temporada do Top GearComeçou hoje a 19ª temporada do Top Gear após quase um ano. Existiram alguns especiais e uns DVD’s pelo meio, mas nada de extraordinário.

O primeiro episódio desta temporada até começou bem com o Hammond a testar o Huayra e o James May a testar o novo Continental mas num troço de rallye. O Huayra passou a ser o carro mais rápido na pista do Top Gear, mais rápido que o Ariel Atom!

Ainda apareceu logo no início um Seat e pensei que iam finalmente testar um, até porque num dos DVD’s que lançaram disseram que nunca tinham conduzido nenhum na vida.

Pagani Huayra

O episódio estava a correr bem até meio, depois foi uma desgraça. Nunca pensei dizer isto, mas o Jeremy fez um segmento totalmente parvo. Criou um substituto do P50 que testou anteriormente (segmento muito engraçado) e tentou fazer o mesmo com a sua própria invenção, o P45.

No fim acabou por tentar vender a ideia no Dragons’ Den mas não teve muita piada.

Espero que os próximos episódios sejam melhores!

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