Combustíveis “low cost” obrigatórios

Preços num posto Galp BaseOs legisladores nacionais não percebem muito de combustíveis nem de automóveis, basta ver as atrocidades com a lei que regula o GPL nos automóveis, os benefícios dados a um combustível poluente (gasóleo) e as tabelas do antigo selo.

Agora, e segundo a notícia avançada pelo Jornal de Negócios o governo quer obrigar a que uma em cada cinco mangueiras nas bombas seja reservada a combustíveis não aditivados.

Pessoalmente sou contra esta medida que apenas vai causar mais confusão aos consumidores. Já não basta os postos de abastecimento que numa ilha têm SC98 e noutra já só têm SC95, sem falar dos postos Galp com os Geforce 95 e 98. Se adicionarmos a isto um combustível não aditivado passamos a ter ilhas com SC95, Gasóleo, SC95 não aditivado, Gasóleo não aditivado e outra coisa qualquer? Ou vamos ter uma ilha com 4 produtos normais e depois os não aditivados vão andar espalhados pelas ilhas de abastecimento?

E os custos destas alterações (sim, vai ser o consumidor a pagar) vão ser suportados por quem utilizar estes combustíveis não aditivados ou por quem já consome os outros combustíveis?

Este tipo de medidas para fazer baixar os preços dos combustíveis normalmente corre mal, como é o exemplo dos placares com preços nas Auto-Estradas que levou a que os preços fossem iguais em todas as bombas ou a adição de biodiesel ao gasóleo que aumentou o preço deste e levou a um aumento indirecto do preço dos cereais.

Pessoalmente acho que o mercado se regula bem. O problema não é o tipo de produto vendido mas sim os aumentos constantes sem descidas de preço a condizer. O aumento de postos low-cost levou também a que os outros postos adoptassem descontos de fim-de-semana e cartões de desconto. Uma boa medida seria sim simplificar o processo para a abertura de um posto de abastecimento e se calhar dar um beneficio adicional a quem abrir postos low-cost.

PSP passa a avisar a localização de alguns radares

Radar num carro descaracterizado da PSPTodos os condutores sabem que existe caça à multa no que toca ao excesso de velocidade. Radares escondidos são comuns e a prevenção equivale a zero porque a multa só chega a casa após 3 meses e o condutor multado vai continuar a viagem acima do limite de velocidade.

O ideal é fazer prevenção, mostrar de forma activa que existe uma acção de fiscalização que faça reduzir a velocidade.

A pensar nisto a PSP vai passar a fornecer mensalmente na sua página do Facebook a localização, data e hora de algumas das fiscalizações com recurso a radar de velocidade. Claro que não vão indicar todas as operações, a caça à multa irá continuar, mas pretendem assim avisar os condutores das acções de fiscalização nas vias consideradas mais perigosas, apesar de que alguns dos locais que foram divulgados já são bastante conhecidos.

É uma boa medida mas sabe a pouco.

Prepare o seu carro para a chuva com o detalhe

Lavar um carroÉ um equívoco comum pensar que o detalhe apenas serve para tornar o carro brilhante e que é usado por meia dúzia de vaidosos. Os produtos e as técnicas do detalhe automóvel são usados para preservar o automóvel e podem até ajudar na sua segurança, especialmente no Inverno no que toca à visibilidade.

A verdade é que um carro com os vidros tratados com os produtos certos pode aumentar a visibilidade em dias de chuva ou com muita humidade que possam criar condensação dentro do habitáculo.

Se o seu carro embacia facilmente e se quando chove deixa de ver a estrada então o detalhe pode dar uma ajuda.

Prevenir o embaciamento no interior

A principal causa para um vidro embaciar rapidamente é a sujidade. A gordura libertada da transpiração, o vapor da respiração ou o fumo do tabaco (para quem fuma) criam uma película de sujidade no interior do vidro que ajuda a propagar o embaciamento.

Limpar apenas os vidros com um limpa-vidros pode resolver temporariamente esta situação, mas é moroso ter que repetir este processo regularmente. O ideal é aplicar um selante ou um produto anti-embaciamento.

Um selante que funciona bem no interior e é de fácil aplicação é o Grojet2000, fazendo também uma limpeza química ao vidro mais profunda garantindo um melhor resultado. O vidro fica assim limpo e selado, tornando mais difícil ganhar sujidade e torna a sua limpeza mais fácil.

Existem depois produtos específicos para prevenir o embaciamento como o Rain-X Anti-Fog ou o Carpro Fog Fight que são mais fáceis de aplicar. Estes produtos podem funcionar de forma semelhante a um selante, fazendo uma limpeza profunda do vidro e criando uma película de protecção.

Tornar os seus vidros hidrofóbicos

Vidros não tratadosAo selar um vidro irá torná-lo hidrofóbico, isto quer dizer que a água será repelida, criando gotas de água que escorrem facilmente pelo vidro.

Assim com a deslocação do ar e dependendo do coeficiente aerodinâmico do seu carro poderá limpar os vidros sem usar escovas. Isto é bastante útil, especialmente nos vidros laterais.

Explicar o resultado de um vidro hidrofóbico é difícil, por isso aqui fica um vídeo de demonstração.

Existem vidros que já são hidrofóbicos de origem, como é o caso do vídeo. Este tipo de tratamento reduz o trabalho efectuado pelas escovas ajudando a limpar o vidro mais facilmente. Se os vidros do seu carro não são hidrofóbicos e quer ter este efeito precisa de selar os seus vidros.

Selantes como o Grojet2000, Carlack ou Duragloss têm propriedades que ajudam a tornar os vidros hidrofóbicos. A sua aplicação pode ser morosa se os vidros nunca foram tratados, podendo ser preciso descontaminar com recurso a uma claybar ou polir os vidros, no entanto estes selantes chegam a durar entre 3 a 6 meses dependendo do uso dado ao carro.

Para um uso mais simples, mas que precisa de aplicações mais frequentes, existe o Duragloss Rain Repel. Este limpa vidros deixa uma camada protectora que repele a água, mas a sua durabilidade é inferior aos selantes. O Rain Repel pode ainda ser diluído com água para ser usado nos esguichos do pára-brisas, renovando a camada de protecção sempre que se limpa o vidro.

Corrida atribulada em Spa

Jenson Button vencedor em SpaA Formula 1 voltou para a segunda-parte da temporada de 2012, depois de uma pausa para férias em Agosto.

Foi um fim-de-semana bastante curioso, com muita chuva na sexta-feira trocando as voltas às equipas que queriam testar alterações aerodinâmicas, principalmente no caso da Lotus.

Para compensar Sábado foi animado com muita movimentação nos treinos livres e a classificação invulgar com Button na Pole, Kobayashi em segundo e Maldonado em terceiro, tendo sido penalizado passando Räikkönen para terceiro.

Já a corrida foi mesmo muito atribulada. O Sauber de Kobayashi começou a deitar fumo dos travões antes do inicio da corrida o que levou a um arranque lento, para piorar a situação Maldonado arrancou antes do tempo. Ainda na recta da meta existiu contacto entre Hamilton e Grosjean com os seus monolugares a saírem disparados contra Alonso e Kobayashi. Abandonaram ali todos a corrida à excepção de Kobayashi que terminou a corrida mas com danos graves no seu monolugar.

Deste fantástico acidente Alonso foi o que ficou pior, apesar de pouco tempo depois ter saído do Ferrari sem dificuldades de maior, felizmente.

Acidente em Spa

Mas não nos ficamos por aqui, ainda tivemos um corte do Schumacher em frente ao Vettel para entrar nas boxes, o Schumacher a apertar Raikkonen que depois retribuiu com o mesmo, e Maldonado a ter novamente incidentes com outros pilotos. Ainda existiram problemas nas boxes com Kovalainen a bater em Karthikeyan e mais tarde ia acontecendo o mesmo entre Webber e Massa.

Não encontrei nenhuma informação de penalizações sobre estes incidentes, não sei se ainda estão a ser investigados ou não. Maldonado vai receber uma penalização de 10 lugares em Monza, 5 por ter iniciado a corrida antes do tempo e outros 5 pelo incidente com Timo Glock.

Já Grosjean não vai participar em Monza, tendo sido suspenso por uma corrida, e com esta decisão fiquei chateado.

Se em vez de Hamilton e Alonso quem tivesse ficado fora da corrida fosse alguém da HRT ou Marussia ninguém ia penalizar o Grosjean. E porque raio é que o Hamilton não se chegou mais para a direita quando tem espaço para isso e porque não tentou travar e segurar o monolugar? Já na época passada com o Massa era a mesma coisa, o Hamilton é bastante agressivo na sua condução mas parece que ninguém o penaliza.

Curiosamente as coisas não estão fáceis para Hamilton com a McLaren, tendo questionado porque razão Button foi mais rápido do que ele na classificação e colocado uma imagem confidencial no Twitter com informações telemétricas da McLaren.

No final Button ganhou a corrida, seguido de Vettel que fez uma enorme recuperação de 8 lugares e Räikkönen em terceiro.

A próxima corrida em Monza é já no próximo fim-de-semana.

Como fazer uma boa instalação de GPL no seu carro

Injectores GPLFazer uma instalação de GPL parece simples, mas se não estiver bem informado pode sair do instalador com uma dor de cabeça e possivelmente dinheiro deitado à rua.

O preço do GPL continua apetecível em relação ao preço da gasolina e, apesar da inflação, o preço da instalação de um kit GPL continua praticamente inalterado. No entanto nem sempre compensa fazer a conversão para GPL e é necessário fazer contas ao que gasta actualmente a gasolina e o que irá gastar a GPL.

Se o GPL vai reduzir os custos que tem actualmente com os combustíveis então deve ter em atenção alguns pontos para fazer uma boa instalação de GPL no seu carro.

Verificar o estado do motor

Este é possivelmente o ponto mais importante antes de fazer a conversão. Um carro a GPL torna-se mais “sensível” a falhas de ignição que são imperceptíveis a gasolina, por isso deve confirmar que as velas e as bobines ou cabos de velas estão em condições.

O GPL tem também uma queima mais limpa e irá descarbonizar o seu motor. Se tem um carro com muitos quilómetros, que circule muito em cidade, ou que não faça as mudanças de óleo a tempo poderá ter algum carvão acumulado no seu motor. Isto pode criar folgas que ficam tapadas pelo carvão e com a descarbonização pode levar a um consumo excessivo de óleo.

Escolher o kit GPL indicado

Porsche Cayenne a GPLAntes de escolher o kit deve saber como é fornecida a gasolina ao motor do seu carro. Existem carros a carburador, com injecção mono-ponto, multi-ponto e de injecção directa. Existem também vários tipos de kits, os aspirados, os de injecção sequencial e de injecção liquida.

O kit mais avançado é o de injecção liquida, que é utilizado principalmente por carros de injecção directa, no entanto nem todos os carros de injecção directa podem ser convertidos.

Estes kits também podem ser aplicados em carros de injecção multi-ponto, apesar de ser mais comum neste tipo de injecção usar os kits sequenciais.

Por fim, nos carros mais antigos a carburador usa-se o kit aspirado, os resultados não são os melhores existindo alguma perda de performance e um aumento nos consumos considerável.

As marcas de kits mais comuns são a BRC e a Prins.

Escolher um instalador

Escolher um bom instalador é também importante, deve escolher um instalador credenciado e com provas dadas no mercado. Pode obter uma lista de instaladores com a ANIC-GPL ou se fizer uma pesquisa pelos fóruns da especialidade pode consultar testemunhos de clientes (satisfeitos e insatisfeitos) e tirar por aí as suas dúvidas.

Depois da instalação feita pode existir um período de adaptação do carro e do condutor a este novo combustível, sendo por isso normalmente necessária uma nova afinação após 1000 a 2000 km percorridos depois da instalação.

Outras informações úteis sobre o GPL

Nem todos os postos de abastecimento possuem GPL. O Mais Gasolina permite consultar os postos com GPL, sendo possível consultar os postos no telemóvel e exportar os mesmos para um GPS.

Aqui no blog também existem outros artigos que podem ser interessantes de ler, alguns relatam a minha experiência com um 406 Coupé no qual fiz cerca de 125.000km a GPL num espaço de quase 5 anos.

Os prós e contras do GPL após 17.000km
Guia para iniciantes do GPL Auto
As 10 desculpas mais esfarrapadas para não usar GPL
Carros a GPL em parques subterrâneos
Os carros a GPL não explodem

Carros eléctricos e o preços dos combustíveis

Peugeot iOnA Mitsubishi suspendeu a produção do Peugeot iOn e do Citroën C-Zero por terem vendas fracas. No primeiro semestre deste ano apenas foram comercializados 1787 carros pela Peugeot/Citroën. E se ainda vou vendo um ou outro Leaf (se calhar é sempre o mesmo) e raramente um Volt usado por particulares, a família i-MiEV/iOn/C-Zero parece não existir por cá sem ser de demonstração ou pertencente a alguma empresa.

O mesmo aconteceu com a GM no inicio do ano que teve que parar as linhas de montagem do Chevrolet Volt / Opel Ampera durante cinco semanas porque simplesmente não existia procura para o carro, situação que voltou a ocorrer agora em Julho.

A venda de carros eléctricos está estagnada não só na Europa como nos Estados Unidos, terra do documentário do suicídio do carro eléctrico.

Tirando o Volt / Ampera todos os outros eléctricos são bastante limitados na sua utilização e são caros, muito caros. Só o preço do Ampera dá para comprar dois ou três carros económicos e ainda sobra dinheiro para o combustível, manutenção, seguro e IUC para alguns anos. Não é de estranhar, principalmente quando estão vários países em recessão económica, que não se comprem brinquedos, que é o que são actualmente os carros eléctricos.

Pode parecer que tenho algo contra os carros eléctricos porque estou sempre a apontar as suas desvantagens, mas a opinião pública e os media passaram a imagem que os eléctricos seriam a solução para tudo, e em 2008 quando os combustíveis andavam em alta nas “conversas de café” dizia-se que o próximo carro a comprar seria um eléctrico e a culpa de não fazerem eléctricos era das petrolíferas.

Opel Ampera

Estamos em 2012 e de acordo com os dados do Mais Gasolina o preço do gasóleo está a apenas um cêntimo de ultrapassar o máximo histórico, dez cêntimos por litro a mais que os valores mais altos registados em 2008.

O preço elevado dos combustíveis não está a ajudar à mudança para um carro eléctrico. E se o objectivo é poupar nos gastos com o combustível existem outras alternativas bem mais baratas como um Aveo Bi-Fuel ou um utilitário usado de baixo consumo.

Neste momento o carro eléctrico tem como público alvo as empresas e indivíduos que queiram passar uma imagem de amigos do ambiente para agradar a accionistas ou à opinião pública, apesar da quantidade de postos de carregamento fazer passar outra imagem. Para um carro eléctrico vingar precisa de ter uma autonomia decente, ser relativamente rápido comparando com outros carros do mesmo segmento e custar pouco mais que outros carros do mesmo segmento.

Comprar carro usado, como fazer um bom negócio?

Audi A8 usadoA compra e venda de carros usados vem sendo cada vez mais comum, e com a actual situação financeira de algumas famílias por vezes aparecem bons negócios no mercado dos usados.

É possível fazer uma pesquisa baseada num carro em especifico para encontrar um bom exemplar ou baseado num limite financeiro. Depois de muito correr o Standvirtual e o Auto Sapo, filtrando as tretas do costume dos vendedores encontra o carro que quer.

Antes de fechar negócio precisa de se mentalizar que a compra de um carro usado pode ser dispendiosa se não tomar as precauções necessárias. Existem pontos a verificar quando vai ver um carro e outros que deve confirmar antes de fechar o negócio.

Pesquisa por um usado

As marcas mais pesquisadas no Stand Virtual são BMW, Audi e Mercedes. Antes de partir para a compra daquele 320D com 3 anos e um preço fantástico com apenas 80.000km lembre-se que existem muitos carros que são importados que podem ter o valor da legalização por pagar e existem carros que são “martelados”, ou seja, aos quais foram removidos quilómetros. Isto infelizmente é uma pratica comum, e não apenas em carros importados, muitos stands nacionais fazem o mesmo.

Preocupe-se acima de tudo com o estado do carro e o historial e tenha em conta as possíveis revisões que possa vir a ter. Um carro com 110.000km pode ser um óptimo negócio quando comparado com outro por 130.000km, mas se este modelo precisar de uma revisão cara aos 120.000km (correia de distribuição por exemplo) a quilometragem reduzida pode vir a sair mais cara a curto prazo. O mesmo pode ser dito de um carro com 60.000km sem qualquer historial de revisões contra outro com 120.000km mas com historial completo e com todas as revisões feitas a horas.

Analisar o real estado do carro

Motor Citroën C6 2.7 V6 HDiUm carro usado não é um carro novo. Dependendo do tipo de carro e dos cuidados do antigo proprietário podem existir riscos, mossas ou bancos coçados. Se está à procura de um carro barato para ser uma “máquina de guerra” podemos usar estes defeitos a nosso favor para baixar o preço do carro, se for um carro para restaurar ou colocar como novo já precisa de ter em conta os custos adicionais que irá ter.

É preciso ter em atenção quando foi feita a última revisão e verificar pela quilometragem quando será a próxima. Verificar o estado dos travões e pneus também é importante. E uns pneus Michelin a meio piso são muitas vezes melhores que uns Nakang novos colocados só para vender o carro.

Deve sempre testar o carro e tentar dar uma volta com ele. Existem problemas que se notam só com o motor a trabalhar, outros que apenas são visíveis ao conduzir o carro. Se não tiver experiência tente levar sempre alguém de confiança que possa atestar o estado mecânico do carro.

Verifique ainda o número de chaves, normalmente todos os carros trazem duas. Em caso de dúvida pode sempre pedir para reprogramar o imobilizador na marca, mas nada impede que possam abrir o carro com a outra chave, embora não consigam por o carro a trabalhar.

Mas ao comprar um carro usado não está só a levar para casa um monte de metal sobre 4 rodas, é preciso ter também em atenção a documentação do carro. Verificar se o nome que consta no Documento Único Automóvel (DUA) corresponde a quem está a vender a viatura, e verificar se não existe nenhuma reserva de propriedade nesse documento.

Deve ainda verificar a última folha da inspecção (se o carro tiver mais de 4 anos) não só para consultar os quilómetros como para verificar se existem anotações, uma vez que têm que ser reparadas na próxima inspecção e podem indicar que algo não estará bem com o carro.

É aconselhável verificar também o historial do carro, livros de revisões ou facturas da manutenção são bem vindas para comprovar o que foi feito e se foi feito a tempo e horas. Oficinas fora das redes oficiais de serviços rápidos como a Midas, Precision ou Norauto colocam a quilometragem da viatura nas facturas.

Antes de fechar negócio

O carro está em bom estado, os documentos parecem estar todos em ordem e as revisões em dia. Antes de fechar negócio deve verificar si próprio o historial do carro. Por exemplo, é possível pedir uma certidão das inspecções efectuadas numa viatura através da matrícula pelo site do IMTT, assim como numa conservatória do registo automóvel pedir para verificar se o carro tem alguma reserva de propriedade ou pedido de apreensão naquela data.

Fechar negócio e levantar o carro

Fiat 500 descapotávelAgora que está tudo em ordem e fechou o negócio para comprar o seu novo carro usado deve tratar de um seguro para a viatura para que possa circular com ela até casa ou alugar um reboque para trazer a viatura sem circular.

Na maioria das seguradoras, especialmente as que trabalham online (OK Teleseguros por exemplo) pode fazer o pedido de seguro para a viatura indicando a data em que deseja que a apólice inicie, neste caso a data em que vai buscar o carro. Basta depois de fechar o negócio ir a um terminal Multibanco e efectuar o pagamento, guardando o talão como prova de pagamento. O seguro passa a ficar activo na hora. Se for um seguro de danos próprios algumas companhias podem só dar inicio à apólice após uma vistoria ao carro.

Na altura da compra é só trazer a proposta de venda devidamente preenchida e assinada e tratar o mais rapidamente possível da alteração do nome do proprietário da viatura.

Ao seguir estes conselhos irá conseguir evitar maus negócios, no entanto tudo depende de si. Normalmente os negócios que parecem ser bons demais para ser verdade são isso mesmo.

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