O melhor episódio do Top Gear de sempre!

Jeremy ClarksonDevo dizer que vi o melhor episódio do Top Gear de sempre! Tanta qualidade que vou incluir mais fotos do episódio, coisa que nunca faço. Comecemos pelo básico, o Jeremy testou o novo Focus ST, que é um carro bastante agradável e divertido de conduzir, dá um bom daily driver e segundo o Jeremy é um carro seguro para os peões, porque com a sua cor laranja eles não vão dizer que não viram o carro.

Nas notícias falaram também do sistema da Mercedes que trava o carro automáticamente se estiver um carro à frente em marcha mais lenta ou imobilizado. Ao que parece um programa de TV alemão pediu à Mercedes para fazer uma demonstração do sistema. A Mercedes montou um espaço para fazer o teste, de forma a que o Mercedes entrasse num nevoeiro denso e parasse porque uma viatura imobilizada estava lá. Sabem que mais? O carro realmente começou a travar, mas bateu e com algum impacto. Mais um ponto a menos para a electrónica da Mercedes.

Ganharam também um Emmy, e bem merecido. Este foi mesmo o best Top Gear episode ever.

Esta semana a Star in a reasonably priced car foi o Ministro dos Transportes da Inglaterra, o Dr Stephen Ladyman que fez o tempo de 1.48.8 e, para azar dele, foi apanhado por uma speed camera.

Agora vamos ao que interessa neste programa e que eu esperava à algum tempo. Coloquei aqui no blog que eles tinham levado 3 super desportivos de sua preferência para França, um Ford GT40 (Jeremy), um Pagani Zonda (Richard) e um Ferrari F430 (James). Isto para quê perguntam vocês? Bom, eles queriam levar um carro exótico para passar pela ponte de Millau, cujo pilar central tem 343 metros de altura, mais alto que a torre Eiffel. No entanto, como não se decidiam que carro levar, foram os três com um carro à sua escolha.

Quando chegaram a Paris foi a confusão total, um aparato, toda a gente a olhar para eles, aliás não é todos os dias que se vêm três carros exóticos juntos, dois deles extremamente raros.

O mais engraçado foi para tirarem os carros da garagem do hotel, era de tal forma apertada e os carros eram tão baixos que tiveram que partir uma palete para que os carros passassem.

Deixo aqui umas fotografias, e se possível visitem o site da BBC para saberem quando voltam a repetir o programa, vale a pena!

Top Gear FranceTop Gear FranceTop Gear FranceTop Gear FranceTop Gear FranceTop Gear France

No próximo episódio eles vão descobrir o que é mais rápido nas ruas de Lisboa, se um Renault Clio ou uma bicicleta!

Seguro Automóvel

Seguro AutomóvelUm conhecido à tempos disse que seguro contra todos os riscos era um valor exagerado, principalmente o meu que tinha cobertura de tudo e mais alguma coisa. Ao que parece ontem teve um acidente no qual foi culpado e desfez, literalmente, a frente do carro.

Os mecânicos disseram que, no mínimo tem 1500 euros de arranjo a pagar. Pelas minhas contas isso dá-me cerca de 2 anos de seguro, mais o agravamento. Pelas contas dos mecânicos dele dá o arranjo do carro e ainda tem que pagar o seguro à parte.

Isto tudo para dizer que anda ai muito boa gente que poupa poupa, mas é sempre onde não deve!

Mercedes-Benz CLS by ASMA

Mercedes-Benz CLS by ASMAHoje encontrei esta aberração online. Uma empresa de nome ASMA deu ar ao CLS, e saiu esta “bomba”. Uma coisa é certa, com uma grelha tão grande não há asma que resista!

O preço desta brincadeira são €20.000 (dava para comprar um t-sport) fora o preço base do carro. E não pensem que este valor inclui grandes modificações de motor, se assim fosse eu compreendia, mas esse valor é o kit aerodinamico, uma suspensão desportiva e umas jantes de 20″ e pneus 255/30 ZR20 à frente e 295/25 ZR20 atrás.

Quem me conhece raramente ouve estas palavras da minha boca em relação a carros modificados mas… que desperdicio de dinheiro!

Golf GTI Autotech

Golf GTI AutotechParece que só passado um ano dos modelos Volkswagen sairem na Europa é que chegam aos Estados Unidos. Nao perdem muito em alguns segmentos, diga-se de passagem, mas este até é um carro com o qual simpatizo, embora continue com um valor inflacionado, o Volkswagen Golf V GTI.

A Autotech, uma empresa de tuning, apresentou a sua proposta para o novo Golf GTI e o resultado nem é nada mau, tendo em conta que vem dum continente com população descendente da Inglaterra, mas que chama euro trash a tudo o que venha destas bandas.

Podem ver no site VWvortex um artigo e algumas fotos sobre o Golf GTI da Autotech.

Segundo episódio do Top Gear

Audi RS4Eu ainda sou do tempo (fazendo lembrar os anúncios do Continente) em que um Audi RS era uma carrinha. A RS2, a RS4 e a RS6, todas carrinhas, se fosse um carro era S3, S4, S8! Agora não sei que se passou, o Audi RS4 é a versão sedan, tudo bem.

Tudo isto para dizer que o Jeremy foi até França fazer uma corrida contra 2 jovens que praticam escalada. O Jeremy foi dar uma grande volta, claro, e eles só tiveram que subir (como se fosse fácil). Ao contrário do que estava à espera, o carro não ganhou. Mas, segundo ele o carro é fenomenal e ele diz que é superior a um BMW M3. Eu em relação a isso tenho algumas dúvidas, gostava que o tivessem experimentado na pista com o Stig.

Testaram também o Cayman S, um carro que poderia ser superior ao 911 mas não o é porque foi criado apenas para preencher uma lacuna que existia entre o Boxster e o 911.

O programa teve direito a um pouco de história sobre o desporto automóvel e as cores usadas, assim como uma prova de carros telecomandados à escala 1/1.

Segundo já li por ai na net o próximo episódio vai ter uma comparação engraçada, o que é mais rápido nas estradas de Lisboa, um carro ou uma bicicleta.

Fifth Gear com a Vicki a conduzir o Mazda MX5

Vicki no Mazda MX5Estive a ver o episódio do Fifth Gear em que a Vicki fez o test drive do Mazda MX5 em Portugal, e realmente fiquei com vergonha! O MX5 foi testado em circuito cá, mas num kartodromo. Realmente devemos ser uma tristeza, tirando o circuito do Estoril e o circuito de Braga só nos sobram os kartodromos. O episódio em si também foi um pouco fraco, testaram o BMW M6 que, pelo preço a mais que custa não estou a ver o objectivo do carro, o Mazda MX5, tentaram comprar um carro usado para o venderem mais tarde, mas compraram um Ford Puma bastante inflacionado (um pouco como comprar um celica em Portugal), e falaram por alto de um Mercedes R Class.

Mostraram também as técnicas da policia forense para detectarem as causas de um acidente, sem dúvida interessante. Espero que o próximo episódio seja mais emocionante.

Homologar pneumáticos/jantes de maiores dimensões

Jante do 106 XSIPartilhei no fórum do Autogás (que por ter lá um banner irritante da Galp com música não merece link) as peripécias de pedir algo tão simples como mudar uma medida de pneumáticos no livrete. Como, ao reler o que escrevi percebi o que realmente sofri decidi partilhar com quem lê este blog (se é que alguém o lê) a dificuldade que é neste país ter um carro legal.

O meu Peugeot 106 XSI vinha com as jantes do Saxo Cup, primeira fase, como podem ver na foto, detalhadas e brilhantes. Estas jantes traziam pneus 185/55 R14 ao contrário dos 175/60 R14 de origem, uma diferença de 1,15%. Estas medidas estão homologadas no modelo 106 R2 que tem o mesmo chassis que o meu. Enviei um email à Peugeot a pedir a homologação da medida, pediram-me mais uns dados e passado um mês recebo em casa uma carta da Peugeot com a homologação assinada pelo director da DSV. Nessa carta dizia que era necessário preencher o impresso nº 1402 com os dados a figurar na actualização do livrete, tal como na folha de legalização, e juntar uma cópia do BI e do registo de propriedade.

Todo contente com os documentos na mão chego bem cedo à DGV, tiro senha e preencho o tal impresso. Após 2 horas de espera sou atendido e a senhora que me atendeu (tipica galinha funcionária pública, desculpem-me o esteriótipo) começa logo a olhar para a carta e o documento da homologação contra a luz e diz-me com um sorriso de quem já estragou o dia a mais um “mas isto não está carimbado” ao que respondi prontamente que não era necessário porque a folha estava assinada pelo director da DSV e que o documento tinha sido enviado pela Peugeot. Ela responde prontamente que qualquer pessoa poderia tirar fotocópia daquele documento, e consultou as suas colegas se aquele documento poderia seguir sem carimbo branco, ao que elas responderam prontamente que não, mesmo sem ver de que se tratava. Eu tentei explicar que o documento da homologação era de conhecimento da DGV e que a marca tinha dado autorização àqueles veículos para poderem usar aquela medida de pneumáticos. A senhora disse que não, que tinha de ir à Peugeot pedir um carimbo branco e que já tinha mandado lá outro senhor fazer o mesmo. Entretanto deu uma vista de olhos pelo impresso e disse que estava tudo bem preenchido.

Depois de uma manhã perdida pus-me a caminho de Alfragide para a Peugeot Portugal onde prontamente me informaram que não era necessário carimbo branco, e que eles não poderiam fazer mais nada, a culpa era da DGV. Claro, não os vou contrariar, até lhes dou toda a razão, mas tão farto com o assunto e depois de ter perdido um dia de trabalho desisti e não voltei à DGV.

Andei durante sensivelmente 6 meses ilegal desde essa peripécia (já andava, mas agora tinha documentos para a legalização comigo) até que à coisa de 2 meses me enchi de coragem e voltei à DGV. Desta vez “apenas” 3 horas de espera.

Sou atendido por uma senhora tipica da função pública e não se põe a olhar para a luz para ver se tinha carimbo, “boa” pensei eu, provavelmente algumas marcas devem ter notificado a DGV da incompetência que aquele serviço é e lá as informaram que aquilo serve. Tudo corria bem, até que ela vê o registo de propriedade que não está em meu nome e me diz que o impresso tem que ser preenchido e assinado em nome do proprietário. Ora, prontamente respondo que no impresso diz “Nome do requerente” e sou eu que estou a requerir a alteração, não o proprietário do veículo. Nem no português eles são correctos!

Volto a casa com um novo impresso para que o proprietário assine e volto para a DGV. Desta vez como já estava perto da sua hora de encerramento (eles fecham cedo) só desesperei durante 1 hora e meia, dando mais que tempo para preencher o impresso e ficar à espera.

Sou atendido novamente e a senhora vê que se encontra tudo correcto, até que me pergunta se pus as medidas dos pneus por ordem de preferência. Ora, claro que não, coloquei como vinha na ficha de homologação, se soubesse que era por ordem de preferência tinha colocado uma sandes de courato e uma cerveja preta, sempre dava para passar o tempo! É com cada um! A senhora explica-me que podem não ter espaço no sitio das anotações e podem cortar a última medida. Ora, no sitio das anotações especiais existe espaço para cerca de 10 linhas de texto, os livretes normalmente só dão uso a duas dessas linhas, porque razão iam cortar uma medida de pneumáticos, logo a última que era a que me interessava. Dei ordem à senhora para avançar com o processo, depois logo se via, se não desse ficava para uma próxima vez.

Paguei os €25 correspondentes à alteração (ou seja, um papel verde, tinta e 75% do ordenado de um funcionário naquele dia).

Passado 15 dias chega-me a casa o livrete com a ultima medida desta forma:
185/55 R1
4

Com tanto espaço no livrete ainda me cortam a medida da jante para duas linhas!

Conclusão, para quem teve paciencia para ler tudo isto, conseguir a homologação da marca conta apenas com 25% do trabalho, o resto é mesmo sorte e conseguir passar por cima da incompetência desta maquina que é o Estado, que faz reembolsos de IRS a pessoas que, segundo eles já estão mortas, mas podem requerir documentos e informações nas finanças!

Realmente se não desse chumbo na inspecção, e nesta recente caça ao tuning a apreensão dos documentos do veículo, para as vezes que me mandam parar, acho que preferia ser multado a ter que passar por aquelas peripécias e dois dias perdidos na minha vida.http://xsi.eduardomaio.net

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