Top Gear começa com corrida em São Petersburgo

Lamborghini Huracán no Top GearJá acabou o primeiro episódio de um total de 10 desta nova temporada do Top Gear, em vez dos 6 ou 7 das temporadas anteriores.

Como sempre é-nos mostrada uma pequena apresentação do que está para vir nos restantes episódios, e se o James May aparece a conduzir o LaFerrari, infelizmente nada é dito em relação a um comparativo entre o LaFerrari, o McLaren P1 e o Porsche 918, apesar do teste já ter sido feito para a revista do Top Gear.

Mas a apresentação mostrou muito pouco para 10 semanas portanto ainda existe esperança.

O programa começou com uma corrida entre um “carro”, uma bicicleta, um hovercraft e o Stig nos transportes públicos em São Petersburgo. Coloco carro entre aspas porque não acho que o Twizy o seja, não passa de uma Moto 4 eléctrica com um tecto e dois bancos.

O Lamborghini Huracán foi testado pelo Richard Hammond e pelo que indica perdeu a magia de ser um Lamborghini, mas teve um tempo em pista respeitável.

Corrida do Top Gear em São Petersburgo

O Jeremy ainda fez um pedido de desculpas sincero sobre o especial da Patagónia, afinal de contas ele cometeu um erro. Ele disse que o Condor era o maior pássaro do mundo, mas afinal é o Albatroz-Gigante. Foi engraçado ver a reacção do público.

Coitado do coelhinho

A Volkswagen tem alguns anúncios engraçados como o do Passat com o miúdo vestido de Darth Vader ou o cão que era muito gordo para sair de casa e correr atrás do novo Bettle.

Desta vez é a história de um coelho de peluche que vê uma coelha de peluche noutro carro e quando se estão a aproximar o cruise control adaptativo estraga tudo.

É já amanhã que começa novamente o Top Gear

Apresentadores do Top GearComeça amanhã às 20h a 22ª temporada do Top Gear na BBC, com emissão em simultâneo em vários países. Nesta nova temporada voltaram atrás e foram buscar algo que já tinham feito anteriormente (lembram-se do melhor Top Gear de sempre?).

Continuam os desafios e um tributo interessante ao Defender que vai deixar de ser produzido. Fizeram também um programa de de apresentação da nova temporada que está disponível no Youtube com algumas perguntas interessantes e algumas curiosidades.

Depois do especial da Argentina que acabou mal e deixou uma má imagem de um grupo de argentinos voltamos a ter o Top Gear na televisão para mais umas semanas de entretenimento com carros.

Em 2012 o Top Gear foi distinguido pelo Guiness como o programa factual de televisão mais visto do mundo.

Os preços dos combustíveis continuam em queda

Petróleo na Arábia SauditaEstá a chegar o fim do ano e está na altura de fazer um balanço sobre a recente queda dos preços dos combustíveis.

Já tinha indicado que o preço médio dos combustíveis desceu em 2013, e continua a queda em 2014, apesar de não chegarmos aos valores baixos de 2009.

E a que se deve esta queda? O consumo de combustíveis tem vindo a descer, a produção mantém-se mas acima de tudo os EUA, Brasil e Rússia estão a produzir mais petróleo e a aumentar as suas reservas. Aqui entra a OPEP que ao continuar a produção vai baixar o preço e de acordo com as declarações do ministro saudita do petróleo Ali Al-Naimi o preço pode descer até aos 20 dólares que não vão cortar a produção, afinal de contas se o preço for baixo deixa de compensar a exploração aos EUA, Brasil e Rússia e os países produtores da OPEP lucram com isso.

É possível que o petróleo não volte aos 100 dólares, embora não acredite, mas o combustível vai aumentar.

Novos aumentos em 2014

Posto da Repsol à noiteO combustível em Portugal vai aumentar em 2014, novos impostos mascarados de “fiscalidade verde” podem elevar o preço da gasolina em 6,5 cêntimos e do gasóleo em 5 cêntimos de acordo com os valores apresentados por Ferreira de Oliveira, presidente da Galp.

Em Portugal mais de metade do preço da gasolina são impostos

Vai certamente existir uma corrida aos postos de abastecimento a 31 de Dezembro e as gasolineiras já começaram a reforçar os seus stocks, no entanto é possível que o aumento não aconteça a 1 de Janeiro uma vez que o diploma ainda não foi promulgado.

Nem tudo é positivo

Um preço mais baixo do combustível é sempre uma boa noticia para o orçamento dos portugueses, mas quanto mais baixo estiver o petróleo, mais tempo será necessário para que novas tecnologias sejam desenvolvidas e o seu preço desça para valores competitivos.

Embora os híbridos continuem em desenvolvimento e estejam a ser lançados cada vez mais motores económicos, o salto para os eléctricos ou hidrogénio vai continuar a ser adiado deixando de existir interesse pelos fabricantes em investir quando o combustível está em valores baixos.

Continua assim a nossa dependência pelo petróleo, embora a preços mais baixos, com tudo o que de bom e de mau daí vem.

O meu conselho é continuar a praticar uma condução económica e abastecer nos postos mais baratos.

Um Volvo FH contra um Koenigsegg One:1

A Volvo continua em alta, depois da famosa espargata do Jean-Claude Van Damme agora temos o Tiff Needell em pista com um Volvo FH contra um Koenigsegg One:1.

A Volvo tem feito uma campanha sobre o I-Shift Dual Clutch, uma caixa de dupla embraiagem que é utilizada normalmente em desportivos e foi agora aplicada a um camião para permitir mudanças de caixa sem grandes perdas de velocidade, tornando a condução mais cómoda.

Devo dizer que fiquei um pouco desapontado, estava à espera de um FH16 750 que tem 750cv, usaram um FH14 540 com apenas, adivinharam, 540cv. Mas infelizmente esta caixa ainda não está disponível para este modelo com mais performance.

O Koenigsegg é o primeiro desportivo com um rácio de 1 para 1 no peso e potência. Pesa 1360kg e tem 1360cv.

Vale a pena ver, parece um teste do Fifth Gear.

Limitação à circulação em Lisboa não faz sentido

Autocarro velhoActualmente em Lisboa quem tenha um carro anterior a 1996 não pode circular na Av. da Liberdade e na Baixa (Zona 1) e se o carro for anterior a 1992 não pode circular na restante área limitada pela Avenida de Ceuta, Eixo Norte-Sul, Forças Armadas, Estados Unidos, Marechal António Spínola, Santo Condestável e Infante D. Henrique (Zona 2).

Isto tudo para reduzir as emissões de poluentes na cidade e promover a utilização dos transportes públicos. O efeito é o mesmo que querer perder peso e mudar uma refeição por mês de cozido à portuguesa para salada.

Neste momento foi proposto limitar a circulação de carros anteriores a 2000 na Zona 1 e anteriores a 1996 na Zona 2. Ora, um carro de 1996 pode poluir menos que um carro de 2006. O que esta medida diz é que posso circular com um BMW 530D de 2007 mas um Corsa 1.2i de 1995 com valores de emissões mais baixos não pode entrar.

Esta medida não funciona, mas já sabemos que o António Costa não percebe nada disto. Depois temos que observar quem realmente polui a cidade. Quantos carros antigos existem a circular na cidade a poluir? Grande parte deles são táxis e autocarros, e esses circulam o dia todo na cidade, não apenas na hora de ponta, mas esses podem circular sem limitações. O número de carros particulares a circular em Lisboa anteriores a 1996 é bastante reduzido.

Os transportes públicos não são alternativa, tirando o Metro os restantes são normalmente ineficientes e poluentes. Os horários muitas vezes incompatíveis e torna-se mais cómodo e nalguns casos mais económico usar viatura própria na deslocação até ao emprego.

Uma boa medida seria obrigar os autocarros e taxis a terem uma idade máxima, isto iria pelo menos aumentar o conforto destes transportes e reduzir emissões. No entanto não vai reduzir o número de pessoas que usam o carro particular na cidade. Não faz também sentido obrigar a trocar um particular de viatura tendo em conta o estado económico do país.

A Formula E deixou muito a desejar

Formula EA Formula 1 esta temporada não tem andado grande coisa, os carros não têm som e andamos com uma novela entre o Lewis e o Nico.

Tinha alguma esperança que, já que não temos som, a Formula E fosse trazer algo de novo e com alguns pilotos já bem conhecidos da F1 e outras andanças podia ser que viesse aí algo interessante, mesmo com a treta de se votar num piloto para ter mais potência no carro.

Apenas vi o resumo, e pelo que percebi a corrida apenas tem 25 voltas e têm que trocar de carro pelo meio. A transmissão da ITV deixou muito a desejar no que toca a explicar como funciona a Formula E e não percebi porque circulavam tão devagar nas boxes.

Adiante, com os toques que houve durante a corrida percebi que estes carros são extremamente frágeis, partindo a direcção facilmente. Acho que já assisti a pancadas piores em passeios em Lisboa e o único dano que vi foi nas jantes. No final o acidente entre o Prost e o Heidfeld meteu algum medo no que toca a segurança, com o carro do Heidfeld a capotar.

Os carros são também bastante lentos, mas a pista não me pareceu ser a indicada para nada, muito mal pensada.

Pode ser que venha a melhorar, com intervalos de 1 a 2 meses entre corridas têm tempo para isso. É pena, tinha expectativas elevadas para a Formula E, pode ser que no futuro as coisas melhorem.

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