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Coisas que me chateiam: AmbulânciasCategoria: Outros
“Estás a exagerar” pensam vocês. Bom, estava eu parado num semáforo já a ouvir a ambulância à algum tempo, ainda ela vinha bem longe, e lá me encostei o mais à direita possível e cheguei o carro à frente. O velhote atrás de mim tinha o carro todo para a esquerda, nem as motas deixava passar, não se dignou a mexer o carro um centímetro que fosse. Para trás a história repetia-se, tudo impávido e sereno e a ambulância com a sirene ligada e já a buzinar para prosseguir com a marcha de urgência. O sinal abriu, eu passei pelo hospital primeiro que a ambulância, e note-se que estávamos a escassos 900 metros do hospital, se fossem a empurrar a maca pelo passeio tinham chegado mais cedo. Pergunto eu, o que vai na cabeça destas pessoas que não deixam passar uma ambulância? Só falta começarem a reclamar “Escolhesses outra hora para ter um ataque cardíaco” ou “Mete um bocado de água oxigenada que isso passa”. Esta visão triste diz muito sobre nós e sobre o nosso comportamento egocêntrico na estrada, e isto não me chateia, irrita-me mesmo! Colocado em 02/04/2008
Comentários a “Coisas que me chateiam: Ambulâncias”Joel Calado escreveu:
É incrível o que algumas pessoas andam a fazer na estrada. Sinceramente desejo que essas pessoas nunca tenham de chegar a um hospital em urgência. Porque o que mereciam era que lhes fizessem o mesmo. José Santana escreveu:
Aqui está uma questão que por vezes me faz pensar quando assisto a situações idênticas. Já presenciei a situações semelhantes à que o Eduardo apresentou, mesmo sendo veículos da polícia em marcha de urgência e bombeiros… Penso que o código da estrada tem algo acerca de se facilitar o caminho a veículos em urgência, ou não? Sempre que verifico esse tipo de situações, coloco 4 piscas e passo para a berma se for possível. Adicionar comentário
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Eu não sei se um polícia ao assistir a essa situação poderá autuar os condutores. Mas se não pode, devia poder. E mais, eu nestas coisas não tenho receio de mostrar o meu extremismo, é que se a pessoa ficar com danos irreversíveis ou se morrer, os condutores que se atravessaram no caminho da ambulância e não colaboraram na libertação da via, deviam ser responsabilizados e responder em tribunal.