Os carros a gasolina e gasóleo não vão desaparecer

Parece que os media e os governos europeus de repente ficaram muito interessados em automóveis. Após o escândalo das emissões da Volkswagen acordaram todos para a vida e já falam em proibir a comercialização de automóveis novos a gasolina e gasóleo ou de proibir carros com motores de combustão nos centros das cidades.

Alguns fabricantes com pouca expressão em termos de vendas até dizem que apoiam a medida e vão já a curto prazo deixar de fornecer carros com motores de combustão.

É tudo treta, estamos a discutir uma utopia que não vai acontecer em 2020, nem 2030 nem 2040.

Carro eléctrico a carregar

O futuro é eléctrico

Que ninguém tenha dúvidas que o futuro é o motor eléctrico, e sou eu que o digo, eu que adoro o barulho de um V8 Ferrari e um motor V12 é uma sinfonia.

Mas um motor eléctrico tem menos manutenção, é silencioso, e o binário está presente logo de início. E acima de tudo tem menos emissões.

Nem um Zé do Boné com reprogramações e afins pode colocar um motor eléctrico a emitir poluentes, a não ser que pegue fogo.

O “futuro” não é o futuro?

Infelizmente ainda existem limitações num carro eléctrico. A mais conhecida é a autonomia, depois temos a falta de infra-estruturas, que até já abordei noutro artigo.

E é aqui que entra a ideia utópica dos governantes europeus. Como é que alguém que mora num 10º andar sem parqueamento ou garagem carrega o seu carro? Mesmo que essa pessoa tenha um ponto de carregamento perto de casa, vamos supor que nos prédios em volta já existem 2 carros eléctricos e até chegam mais cedo a casa e ocupam esses lugares para carregar os seus carros?

Ou por exemplo alguém que more em Tavira e trabalhe em Vila Real de Sto António e se desloque por carro, sem pontos de carregamento em qualquer destas áreas e sem infra-estruturas para carregar o carro em casa. Como faz?

Não moramos todos em Lisboa, e mesmo em Lisboa não temos condições para que muita gente mude para um carro eléctrico. É tão utópico como banir o carro das cidades e obrigar toda a gente a usar os transportes públicos, que já circulam com taxas de ocupação bem acima para o que foram projectados.

A desculpa das emissões nos grandes centros urbanos

Vamos para a Avenida da Liberdade onde se está acima dos limites de poluição. Basta ficarem lá 20 a 30 minutos e facilmente percebem que os maiores poluidores são os autocarros e os táxis. As medidas das Zonas de Emissão Reduzida não tiveram qualquer efeito porque que tem um carro anterior a 1996 não tem posses para levar o carro diariamente para Lisboa porque o problema é mesmo o estacionamento. E mesmo que fosse estamos a falar de carros que fazem apenas duas viagens, ida e volta.

E sinceramente, só vejo a circular em Lisboa carros recentes, normalmente de leasings feitos por empresas, fornecidos aos empregados como carros de serviço, tudo viaturas com 4 ou menos anos.

Nos táxis continuam-se a usar Mercedes antigos a deitar fumo, e híbridos nem pensar, nem aqueles que são a gasóleo. Nos autocarros a mesma coisa, podia existir uma frota a gás natural mais expressiva, mas a Carris por exemplo tem 560 autocarros a gasóleo e apenas 40 a gás natural. A ideia é adquirir 165 autocarros a gás natural e 15 autocarros 100% eléctricos.

Estes veículos estão sempre a circular em Lisboa e a emitir poluentes. Não seria mais sensato aos vários governos dar o exemplo e tornar os transportes públicos menos poluentes em vez de inventarem medidas que apenas vão prejudicar os contribuintes monetariamente?

As questões monetárias

Os híbridos são uma solução do presente, não do futuro. Mesmo alguém que não tenha onde carregar um eléctrico pode usar um híbrido e reduzir emissões poluentes. Mas vamos comparar um Yaris na versão mais barata. Se optarmos pela motorização a gasolina custa 13.600 Eur, já a versão híbrida custa 17.450 Eur. Só a diferença de preço permite fazer 58 mil quilómetros, o que para a maioria dos portugueses pode equivaler a 4 anos de uso.

E se fizermos as contas para ver quando compensa, para quem use o carro para apenas 15 mil quilómetros por ano precisa de 16 anos para começar a compensar o investimento num híbrido.

Isto claro, falando apenas em questões monetárias, porque temos um motor mais disponível, silencio absoluto quando estamos num semáforo e zero emissões quando circulamos a baixa velocidade.

E nem vamos comparar híbridos plug-in ou 100% eléctricos porque o preço em novo pode ser superior a 40 mil Eur.

Em 2040 não vão ser todos eléctricos

A Mercedes tem um rendimento de 50% no seu motor de F1, um híbrido V6 com motor 1.6. A Toyota já desde 2014 que anuncia uma eficiência perto dos 40% usando o ciclo Atkinson. A Mazda e a Koenigsegg, duas marcas totalmente distintas, continuam a evoluir os seus motores a gasolina removendo válvulas e velas e aumentando a sua eficiência.

Os fabricantes continuam a trabalhar para reduzir as emissões dos motores de combustão porque sabem que é impossível que todos os carros sejam eléctricos em 2040 porque a utilização do automóvel vai muito além das viagens casa – trabalho – casa.

Os eléctricos ainda não são uma solução viável, as vendas em Portugal são inferiores a 1%, e mesmo os novos modelos que anunciam já autonomias perto dos 400 quilómetros têm um custo de aquisição elevado.

Eu acredito mais que o automóvel ligeiro a gasóleo nos segmentos mais pequenos (A, B e C) possa vir a ser uma coisa do passado a curto prazo, que é algo que já está a acontecer, do que termos carros sem motores a gasolina ou gasóleo em todas as gamas e segmentos em 2040.

Talvez daqui a 22 anos possam vir a este artigo dizer que me enganei, mas se eu agora quiser ir de Lisboa a Madrid e tiver o carro na reserva, basta-me descer a rua para atestar o depósito em 2 ou 3 minutos, seguir viagem e estou lá em menos de 6 horas. Nem hoje nem em 2040 vai ser possível fazer isto com um carro eléctrico com baterias.

É preciso explicar porque é má ideia um telemóvel como chave do carro?

A Hyundai já testou, a BMW também pensou na ideia e a Tesla já aplicou no Model 3. Em vez de uma chave usa-se o telemóvel para abrir e ligar o carro. Isto é uma ideia terrível, mas devo ser o único que pensou nisto a sério.

A ideia até parece fazer sentido, hoje em dia nos carros modernos já entramos e ligamos o carro com a chave no bolso. Se já levamos o telemóvel no bolso porque não passar a chave para uma app e usar o telemóvel para abrir e ligar o carro?

Se quiserem ter uma ideia de como funciona, aqui fica um vídeo do Doug DeMuro a explicar a partir dos 2m08s.

Agora vamos aos problemas. No caso do Model 3 não se aplica, a Tesla é a Apple dos automóveis e os carros deles são para quem não gosta de carros mas quer um telemóvel sobre rodas, mas e os restantes que não têm um telemóvel com tecnologia NFC? São obrigados a andar com um cartão que obriga a passar o mesmo para abrir o carro.

Depois temos os hackers. É verdade que alguns sistemas keyless já foram atacados, mas é necessário estar perto do veículo. No caso do Tesla é possível remotamente, em qualquer parte do mundo, destrancar o carro ou abrir a mala. E se alguns hackers não gostam de ver a luz do dia, facilmente se dedicam a tentar atacar um carro remotamente do conforto da sua cave.

Mas o que mais me chateia é isto: bateria! Quantas vezes já ficamos sem bateria no telemóvel? É claro que durante a semana se for até ao carro ele carrega um pouco e no escritório também o posso carregar. Mas e se for de férias, estacionar o carro de manhã, for dar uma volta na cidade e voltar ao fim do dia?

A navegar na net, usar GPS, mapas, fotografias facilmente fico sem bateria. Nestas situações preciso de andar com um cartão atrás? Então mais vale ter uma chave normal.

Curiosamente num comando normal keyless a pilha chega a durar mais de 5 anos e se não tiver esse sistema já consegui mais de 10 anos sem mudar pilhas e com uso quase diário.

É claro que me vão dizer que se pode sempre reverter para o cartão para corrigir estas questões, mas o carro trás dois cartões? É que os carros normalmente trazem duas chaves. E se o sistema por acaso não funcionar nem com cartão, deixa de existir uma fechadura mecânica que me permita o acesso ao interior do carro? No caso do Model 3 é apenas um cartão NFC, ao contrário de um cartão de acesso como os da Renault que tem a chave incorporada para estas eventualidades.

Faz tanto sentido como um dos operadores de cabo começar a entregar a box de TV sem comando e dizer para usar o telemóvel e descarregar a app para a controlar. Ou pior, num automóvel usar um touch-screen para controlar várias funcionalidades do carro que deviam ter botões definidos para tal. Espera, onde é que já vi isto?

O equipamento indispensável num carro

Para muitos um carro basta ter quatro rodas e um volante para os satisfazer, outros se não têm bancos ventilados e com função de massagem não conseguem conduzir.

Claro que estou a exagerar, mas existe sempre aquele equipamento que para nós é essencial num carro, aquele extra que tem que estar presente.

Esta é a minha lista de equipamento que acho indispensável num carro.

Vidros eléctricos automáticos

Comando dos vidros eléctricos
Nem todos os carros com vidros eléctricos têm a opção da abertura e fecho automático. Alguns têm apenas no vidro do condutor ou nos vidros da frente.

Dá imenso jeito para arrefecer o carro no verão, nas entradas dos parques de estacionamento e afins. A diferença é que basta um toque para o vidro abrir ou fechar todo em vez de ficar com o dedo no botão.

Então se existir a opção de abrir ou fechar todos os vidros pela chave / comando ainda melhor.

Bancos e espelhos eléctricos com memória

Bancos com memória
Isto é daquelas coisas que podem achar desnecessário, mas o conforto que é carregar num botão e ter o banco, espelhos e nalguns casos o volante na posição desejada é fantástico.

Principalmente útil quando duas pessoas usam o carro e podem alternar entre a posição de condução sem ter que ajustar o banco e espelhos manualmente. A mesma coisa quando se vai à oficina ou inspecção e mexem no banco.

Espelhos electrocromáticos

Espelhos electrocromáticos
Já o tive apenas no interior e agora em todos os espelhos. Se dantes me queixava de carros atrás com faróis desnivelados, nunca mais tive esse problema.

O espelho escurece automaticamente quando existe mais luz atrás do carro do que no ambiente evitando o encadeamento. Para quem conduz muito durante a noite, especialmente em estradas nacionais e auto-estradas sem iluminação faz uma diferença enorme.

Menos cansaço e mais conforto.

Sensor de chuva

Jaguar à chuva
O grande interesse do sensor de chuva é a regulação automática da velocidade das escovas conforme a intensidade da chuva.

Dá para estar focado na condução e o sensor trata de aumentar ou diminuir a velocidade conforme chove mais ou menos e parar as escovas quando deixa de chover ou quando se entra num túnel.

Sensores ou Câmara de estacionamento

Câmara marcha-atrás
Os carros ultimamente têm cada vez menos visibilidade e por vezes é difícil perceber onde começa e acaba o carro.

Em carros grandes com uma linha de cintura alta por vezes os espelhos não permitem ver totalmente o que está atrás, embora alguns baixem automaticamente o espelho ao fazer marcha-atrás.

Os sensores ou a câmara permitem ter noção de obstáculos na frente ou traseira do carro e a sua proximidade evitando toques acidentais ou acidentes com animais que se possam atravessar durante a manobra.

E tu, qual é o equipamento que não dispensas no teu carro? Partilha nos comentários!

Provavelmente o carro mais caro do mundo?

Modelo único, feito por encomenda a pedido de um cliente da Rolls-Royce e baptizado de Sweptail. O preço? Estimado em 11,5 milhões de Euros, superior aos 8 milhões do Maybach Exelero. O resultado? Perfeição.

Rolls-Royce Sweptail

É um carro feito ao detalhe para que tudo seja perfeito. A grelha por exemplo é a maior da era moderna da Rolls-Royce e é feita a partir de um bloco de alumínio, uma só peça, sendo depois polida à mão até ter um acabamento espelhado. A pintura perfeita, sem casca de laranja, com todos os paneis do carro sem falhas. No interior a filosofia adoptada é de simplicidade e minimalismo.

Foi apresentado em Villa d’Este e tenta invocar os Rolls-Royce dos anos 20 e 30. Fica um vídeo com uma vista 360 do carro e alguns dos detalhes do mesmo.

Este é certamente um carro que fica na história.

Condutores lentos criam trânsito e aumentam custos com combustíveis

Já se depararam com trânsito infernal em hora de ponta e que de repente começa a andar sem existir nenhum incidente na estrada? A culpa é dos condutores lentos que causam engarrafamentos e provocam o chamado efeito de onda. O resultado? Mais trânsito e maior consumo de combustível.

Trânsito em Lisboa

Num estudo feito em 2013 verificaram que cada lar em França tem um custo adicional de 2200 Eur anuais em combustíveis por causa do trânsito, aqui incluí também acidentes, obras, semáforos e outros incidentes. Uma das principais causas para o trânsito são os condutores lentos.

E o que é um condutor lento? É um condutor que demora mais a entrar numa rotunda ou acesso a uma auto-estrada ou que circula a uma velocidade inferior ao fluxo do trânsito. Inicia-se o efeito de onda em que o condutor de trás reduz a velocidade em 5km/h e assim sucessivamente até que chega ao ponto zero em que um condutor vai parar.

Podemos usar um simulador de trânsito para verificar estas implicações. O simulador em mtreiber.de é perfeito para isso pois permite simular entradas e saídas de uma auto-estrada, cortes de faixa e passagem alternada, ou apenas uma estrada aberta. A qualquer momento podemos criar uma situação em que um condutor circula a uma velocidade mais lenta ou hesita numa mudança de faixa.

Decidi fazer essa simulação para perceber as implicações que um condutor pode ter em termos de custos, tempo e poluição.

Num cenário de acesso a uma auto-estrada, onde circulam cerca de 2500 carros por hora e entram 720 viaturas por hora num acesso o trânsito flui normalmente com todos os carros espaçados entre si e sem qualquer demora.

Simulação de trânsito: Fluído

Colocando 3 condutores que mudaram de faixa ou reduziram consideravelmente a velocidade sem necessidade para isso consegui gerar um efeito de onda que prejudicou o trânsito de tal forma que mesmo após vários minutos e mais tarde reduzindo o número de carros a entrar na auto-estrada para 13 por hora o trânsito continuava compacto.

Simulação de trânsito: Engarrafamento

Bloqueando completamente a entrada de novos carros pelo acesso à auto-estrada o efeito de onda continuava mesmo após vários minutos.

Simulação de trânsito: Efeito onda

Bastaram 3 condutores com uma condução errática, ao demorarem mais tempo a entrar na auto-estrada e a reduzir a velocidade em relação ao fluxo de trânsito para gerar um engarrafamento que na vida real poderia demorar horas a normalizar.

Se olharmos para esta simulação como um dia normal numa auto-estrada em hora de ponta em que existem condutores que não têm uma condução adequada podemos facilmente perceber os custos que estes condutores acarretam na economia. Mais emissões poluentes, aumento de custos com combustíveis e com atrasos para chegar ao trabalho, quebra na produtividade.

Se pensarmos que em média cada carro tem um aumento no consumo de 1 litro e, para facilitar as contas, vamos supor que são todos a gasóleo, temos por hora um gasto adicional superior a 800 Eur em combustíveis para percorrer um curto espaço.

Nós, condutores, podemos atenuar estas situações. Ler o trânsito à nossa frente e em vez de travar tirar o pé do acelerador, facilitar as entradas e saídas nas auto-estradas e evitar mudanças desnecessárias de faixa.

Aconselho vivamente a brincarem um pouco com este simulador que ajuda a perceber o impacto de alguns comportamentos na estrada no estado do trânsito. Saímos todos a ganhar.

Lava faróis, o que são e para que servem

Lava faróis num Saab 99Foi em 1971 que a Saab, no modelo 99, introduziu pela primeira vez no mercado lava faróis.

Para resolver o problema da falta de luminosidade quando os faróis ficavam sujos com neve ou lama foi criado um sistema com uma escova semelhante à dos vidros e um jacto de água para manter os faróis limpos.

Nos anos 80 começou a ser comum muitos Saab e Volvo terem este sistema uma vez que passou a ser obrigatório na Suécia, e até outros fabricantes europeus como a Mercedes, BMW e Jaguar começaram a oferecer lava faróis com escova. Era bastante útil especialmente em países com queda de neve, permitindo limpar o farol e manter a estrada iluminada.

Existiam sistemas bastante complexos, outros semelhantes à escova do pára-brisas, e no caso da BMW com faróis separados, duas escovas que funcionavam alternadamente com o mesmo motor.

No fim dos anos 90 começaram a aparecer outros sistemas onde eram usadas bombas com uma pressão superior de água que pode chegar aos 50 bar, permitindo remover detritos do farol sem necessidade de uma escova. Como os faróis passaram a ser em plástico e não em vidro estas pequenas escovas acabavam por riscar os faróis.

Apareceram ainda sistemas onde a água era aquecida tanto para os faróis como para o pára-brisas.

Mais tarde as saídas de água começaram a ficar escondidas atrás de tampas, dentro do pára-choques, por questões estéticas e aerodinâmicas.

Mas se antigamente apenas alguns carros tinham lava faróis, actualmente com as melhorias na iluminação passou a ser obrigatório o uso deste sistema sempre que um farol tem mais de 2000 lúmen, como é o caso do Xénon e alguns faróis LED.

Aqui deixou de ser problemático o farol ficar tapado, porque com a quantidade de luz gerada continua a existir iluminação suficiente. No entanto, a sujidade pode prejudicar as características ópticas do farol e causar um brilho excessivo que acaba por encadear os condutores que venham em sentido contrário.

Acabam assim por ter uma dupla função sempre com a segurança em mente.

As cores mais marcantes para um automóvel

Uma das escolhas mais importantes e mais difíceis é a cor de um carro. Temos sempre a mesma lenga-lenga que é uma cor que vamos ver todos os dias e as cores fortes cansam depressa. No final, pelo menos em Portugal, acabamos com um parque automóvel demasiado cinzento.

Pessoalmente gosto de cores diferentes e que façam saltar à vista as linhas de um automóvel. Decidi fazer uma lista das cores que mais gosto de ver num carro, e tal como a escolha da cor, não foi fácil chegar a esta lista.

British Racing Green

British Racing Green
Esta é para mim a melhor cor de todos os tempos, especialmente nas versões modernas metalizadas onde é usado um pigmento dourado, que ao sol fica espectacular. Com interiores claros é uma combinação vencedora e fica bem em carros de médio e grande porte.
Qualquer Jaguar ou outro carro britânico fica bem com esta cor.

Verde Miura

Verde Miura
Este é um verde bastante peculiar e tem história. É para mim a cor que melhor assenta no Lamborghini Miura, mas curiosamente nenhum saiu de fábrica com a mesma tonalidade. Quando era preciso uma reparação de pintura alguns mudavam de cor ou eram pintados de novo porque era impossível acertar com a cor.
É uma cor típica da Lamborghini e fica bem noutros modelos mais recentes como o Murcielago ou o Huracán

Rosso Corsa

Rosso Corsa
Hoje em dia quando se fala em carros vermelhos vem logo à cabeça Ferrari. Ainda fiquei indeciso entre o Rosso Corsa e Rosso Scuderia, mas acabei por escolher o Corsa por ser uma cor mais clássica.
É a cor mais comum num Ferrari

Lava Orange

Lava Orange
Um Koenigsegg é sempre um carro especial, mas quando foi apresentado o Koenigsegg CCR aquele laranja vivo tornou-o ainda mais especial. Existem cores semelhantes noutras marcas, desde Ford a Porsche, mas é no CCR que esta cor mais se destaca.

Nogaro Blau

Norago Blau
Quem não se lembra da fantástica Audi RS2 e da sua cor azul mítica? Com uma tonalidade muito própria fica bem em carros de médio e grande porte e ao sol tem uns reflexos fantásticos, oscilando entre o azul e o roxo.
Uma carrinha RS4 ou RS6 com esta cor fica divinal.

Estoril Blau

Estoril Blau
Adoro carros azuis, e este azul da BMW com aquela tonalidade mais clara é fantástico. Nem que fosse pelo nome de Estoril, é uma cor que realça as linhas do carro.
Fica bem no Série 3 e 4 e carros de tamanho médio

Zonda Tricolore

Tricolore
Este não é bem uma cor, mas mais um verniz com um toque azulado que por cima do carbono fazem este efeito espectacular que se pode ver no Pagani Zonda Tricolore, uma edição especial. Este efeito já vai sendo visto noutros carros da Bugatti e Koenigsegg.
Foi feito em tributo à Frecce Tricolori cujos aviões são azuis e têm a lista com as três cores da bandeira italiana.

E tu, qual é a tua cor preferida que gostas de ver num carro? Partilha nos comentários!

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